terça-feira, 27 de junho de 2017

Torben Grael participa de debate promovido pelo jornal O Globo





O velejador Torben Grael, medalhista olímpico e um dos fundadores do Projeto Grael (Instituto Rumo Náutico), representará a nossa instituição em debate promovido pelo jornal O Globo, com o tema "EDUCAÇÃO PELO ESPORTE".

Além de Torben Grael, também estarão no debate os atletas Ana Moser (Vôlei - Instituto Esporte e Educação) e Flávio Canto (Judô - Instituto Reação).

As três iniciativas são consideradas experiências bem sucedidas de educação e inclusão social através do esporte e têm influenciado políticas públicas e outras ações sociais promovidas por atletas.

O Projeto Grael foi fundado em 1998, beneficia estudantes da rede pública de educação e oferece programas de iniciação esportiva (Vela), cursos profissionalizantes (mecânica Diesel e motor de popa, marcenaria, fibra de vidro, capotaria, eletrônica), além de um programa ambiental voltado para a Baía de Guanabara e para o problema do lixo marinho.

A sede do Projeto Grael é em Jurujuba, Niterói e o programa já beneficiou mais de 16.000 estudantes da rede pública.

Axel Grael












Niterói conquista 1º lugar no RJ em qualidade da gestão pública!






O Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA) analisa os municípios brasileiros que possuem qualidade da gestão e valorização dos profissionais de Administração. É um orgulho Niterói ter conquistado o melhor lugar no Estado e o 22º no ranking nacional.

Nesse ano, a Prefeitura de Niterói foi aprovada com nota 10 pelo segundo ano consecutivo na Escala Brasil Transparente, realizada pela Controladoria Geral da União (CGU) para medir a transparência pública em estados e municípios.

Além disso, em 2016, o projeto “Niterói Empreendedora - Construindo a melhor cidade para se viver e ser feliz" ganhou o IX Premio Prefeito Empreendedor do Sebrae.

Todos esses prêmios comprovam que estamos no caminho certo para uma gestão cada vez mais transparente e comprometida.

Confira o Ranking de Governança Municipal aqui: https://goo.gl/ikNyT9



Fonte: Prefeitura de Niterói












segunda-feira, 26 de junho de 2017

Prefeitura apresenta ‘Niterói que Queremos’ no Teatro Municipal







O Teatro Municipal de Niterói ficou lotado na noite desta segunda para a apresentação do plano estratégico Niterói que Queremos, apresentado pela Prefeitura de Niterói


Pamella Souza

Prefeito Rodrigo Neves falou sobre 34 medidas que serão implantadas até 2020, ao custo de R$ 1 bilhão

Nos próximos três anos e meio, Niterói receberá investimentos na ordem de R$ 1 bilhão. O recurso é destinado ao novo planejamento estratégico da cidade, através do Plano Niterói Que Queremos. Serão 34 medidas implantadas na gestão 2017-2020, nas mais diversas áreas, que foram apresentadas durante um evento no Teatro Municipal de Niterói, na noite desta segunda-feira (26). Entre os projetos, está a revitalização da Praça Arariboia, urbanização da orla entre a Ponta da Areia e Boa Viagem e ampliar, de 600 para mil, o efetivo da Guarda Municipal.

De acordo com o prefeito Rodrigo Neves, todas as medidas receberão selo de tramitação prioritário, visando a execução o mais breve possível. Ele destacou que os recursos são advindos de diversas parcerias, através da Cooperação Andina de Fomento (CAF).

Cerca de R$ 350 milhões são provenientes de negociações feitas em Washington, durante visita do prefeito, R4 150 milhões em Parcerias Público Privadas, R$ 400 milhões advindos de ajustes fiscais da prefeitura, entre outros. “O Rio de Janeiro está de cabeça para baixo e nossa esperança é que se reverta. Mas, Niterói está de cabeça para cima, recuperando seu orgulho. Os recursos já estão assegurados, e vamos manter a qualidade do gasto público e a transparência. Além do custeio ao longo da gestão, vamos investir esse R$ 1 bilhão para melhorar a qualidade de vida de Niterói”, declarou Rodrigo.

Entre os projetos, está o término da TransOceânica; a implantação do Mercado Modelo da Avenida Feliciano Sodré, no Centro; obras de urbanização nas comunidades do Preventório, Morro do Estado e Vila Ipiranga; Revitalização da orla de Charitas; criação do Parque Orla de Piratininga; obras de contenção de encostas e drenagem, através do plano “Niterói Cidade Resiliente”, municipalização do Caio Martins, entre outros.

Durante a apresentação dos projetos, que contou com todo o secretariado, deputados e vereadores da cidade, empresários e sociedade civil, Rodrigo Neves ressaltou que todas as medidas tiveram a participação da população. “Essa carteira não representa nem 10% de tudo o que a prefeitura faz em todas as regiões da cidade. É parte de um conjunto de serviços que a prefeitura presta. Ouvimos a sociedade para construir essa carteira, não é resultado da decisão apenas do prefeitos”, disse o prefeito, garantindo a execução das medidas até o fim de seu mandato.

Fonte: O Fluminense










Confederação Brasileira de Vela e Marinha assinam acordo de cooperação



Foto cedidas pelo Corpo de Fuzileiros da Marinha do Brasil


Quem é do mar se entende!

Momento histórico para a Vela: assinatura do convênio entre a Marinha do Brasil e a CBVela, com a presença de vários almirantes, dentre os quais o anfitrião, Almirante de Esquadra Alexandre, além do velejador de maior patente da vela brasileira, Torben Grael!

Parabéns ao Cmdte Montes e ao CEO da CBVela, Daniel Santiago, pela costura do acordo ! Mais um passo dado no desenvolvimento da vela nacional e consolidação do nosso esporte . Muito obrigado a Marinha pela confiança e apoio ao nosso esporte !

A CBVela e a Marinha do Brasil celebraram nesta segunda-feira um convênio de suporte logístico, técnico e recursos humanos. A cerimônia foi realizada no Salão Nobre do 1º Distrito Naval, no Rio de Janeiro, com a presença do Almirante Alexandre José Barreto de Mattos, Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.

Fonte: CBVela








DEFESA CIVIL DE NITERÓI: Você sabe o que é risco estrutural?


Entenda um pouco mais sobre risco estrutural.
Prevenir faz a diferença!






Você sabe o que é risco estrutural?
Assista ao vídeo e saiba mais sobre o assunto e os problemas associados ao risco estrutural.

Fonte: Defesa Civil de Niterói












ENSEADA LIMPA: Praia de Charitas, na Enseada de Jurujuba, atrai evento de pesca esportiva



COMENTÁRIO DO AXEL GRAEL

O jornalista Paulo Roberto Araújo registrou a realização de um evento de pesca esportiva na Praia de Charitas, uma das praias beneficiadas pelo Programa Enseada Limpa, desenvolvido pela Prefeitura de Niterói.

Em 2013, a Prefeitura de Niterói deu início ao programa, com o objetivo de despoluição da Enseada de Jurujuba, recuperando a balneabilidade das praias locais, como São Francisco, Charitas, Preventório e Jurujuba.

Desde então, vários investimentos no aperfeiçoamento da rede de saneamento da bacia hidrográfica e da prevenção da chegada do lixo e do assoreamento dos rios da Enseada tem sido feito, somando-se um investimento de mais de R$ 20 milhões.

Como resultado, temos observado nos dados de monitoramento da balneabilidade das praias que é realizado pelo Instituto Estadual do Ambiente - INEA um grande resultado. Quando iniciamos, em 2013, os pontos de monitoramento apresentavam um resultado muito ruim: as praias praticamente permaneciam sem condições de balneabilidade ao longo de todo ano.

Conforme as metas estabelecidas no planejamento estratégico da Prefeitura de Niterói (Programa Niterói Que Queremos), havia a expectativa que a balneabilidade chegasse a 50% das praias até o final de 2016 e a meta foi alcançada!

Ver o evento de pesca sendo realizado na Praia de Charitas e que a mesma abrigará inclusive o evento estadual nos enche de satisfação, considerando que o grande objetivo do nosso trabalho é a recuperação do ecossistema da Baía de Guanabara.

A piscosidade da praia, comprovada pelos entendidos no assunto, nos mostra que estamos no caminho certo e nos estimula a continuar trabalhando para fazer da Enseada de Jurujuba a primeira parte da Baía de Guanabara a poder ser considerada despoluída.

Vamos em frente!!!

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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Os 50 melhores da pesca esportiva fluminense participam da seletiva para o campeonato nacional, no dia 7 de setembro, em Vitória. Terão outra seletiva dia 9/7 em Charitas. E no mesmo local, no dia 16/7, o campeonato estadual com cerca de 150 competidores federados. Evento da Federação de Pesca e Lançamento do RJ (FEPELERJ).

Paulo Roberto Araújo (Facebook).



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NITERÓI DE BICICLETA: Cicles resistem e voltam à moda






Geovanne Mendes

No prédio construído em 1919, com a fachada precisando de reformas e situado no número 16 da Avenida Sete de Setembro, em Icaraí, está a oficina de bicicletas mais antiga da cidade. Carlos Alberto Guimarães dos Santos, de 53 anos, mais conhecido como o Seu Carlinhos do Cicle, é o comandante deste simples comércio, mas que vem sobrevivendo ao longo dos anos à modernidade e ao descartável, uma forma de viver que vem sendo mudada a cada dia.

Tudo começou há 90 anos com o Seu Antônio, pai do Carlinhos, que há 43 anos faleceu dentro da loja, depois de um mal estar e, desde então, o filho assumiu a responsabilidade e fez do trabalho uma forma de ganhar a vida. Daí nasceu o amor pela restauração de bicicletas antigas.

“Eu sempre estive aqui dentro, me lembro de aos 10 anos de idade, ficar brincando entre as bicicletas enquanto meu pai trabalhava e levava honrosamente o sustento para a nossa família. Desde a sua morte não parei e hoje o que fazemos aqui é a arte da restauração. Recuperamos o que antes poderia ir para o ferro velho ou ainda pior, para o lixo”, comenta.

Hoje, passado todo esse tempo e com uma filha de 22 anos, Carlinhos sente que todo esse trabalho, desenvolvido por anos e passado de pai para filho, terá continuidade no futuro.

“A minha felicidade é que a minha filha, mesmo fazendo faculdade de educação física, está aqui quase sempre, me ajudando a consertar as bikes. A minha sensação é que o sonho do meu pai, a minha paixão, terá continuidade, mesmo eu não estando mais neste mundo”, emociona-se.

O que garante também a continuidade deste tipo de trabalho é o investimento do setor público no aumento de ciclovias na cidade. A conta é simples, quanto mais ciclovias, maior o número de ciclistas e, por conseguinte, maior o número de bicicletas, o que por necessidade mecânica, precisarão de manutenção ou reformas.

Atualmente Niterói conta com 36 quilômetros de malha cicloviária, no entanto, a meta era que esse número chegasse a 60 no fim de 2016, o que não aconteceu. Em contrapartida, a Prefeitura de Niterói alega estar desenvolvendo novos projetos para incentivar a ciclo mobilidade na cidade. Um exemplo? A inauguração em março deste ano do bicicletário ao lado das barcas, no Centro. O espaço funciona de segunda-feira a sábado, das 6h às 22h, conta com 416 vagas e os usuários não pagam nada para estacionar as bikes.

A Avenida Amaral Peixoto, no Centro, tem a ciclo faixa mais conhecida do município e, segundo o Mobilidade Niterói, 160 bicicletas passaram por hora pela via durante o mês passado, número 87% maior do que no mesmo mês de 2016. Em fevereiro, esse aumento foi ainda mais expressivo: 207,5 ciclos/hora, 90% maior que em 2016, o que mostra que vem crescendo o uso da bicicleta na cidade.

De acordo com a Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj), apesar do aumento no número de cliclofaixa nos últimos anos e do aumento da ciclo mobilidade não houve elevação no número de oficinas de bicicletas na cidade. No entanto, houve aumento de cerca de 50% nos serviços realizados pelas atuais oficinas, que têm na revisão técnica e restauração os seus maiores produtos oferecidos ao público que vive sob duas rodas.

“Percebemos que este é um mercado em franco desenvolvimento e com público certo. Para se ter uma ideia, em todo o município houve um aumento de 30 para 230 ciclistas por hora que utilizam o sistema cicloviário”, comenta o presidente da Fecierj, Rodrigo Rocha.

Fonte: A Tribuna




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CIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE: buscando um modelo mais sustentável de turismo na Ásia



Dr. Sukanda Luangon Lewis, an economics professor and Deputy Director of Research at the Institute of Asian Studies at Chulalongkorn University in Thailand, visits a lime tree plot at the Knowledge Center for Increasing the Production Efficiency of Agricultural Commodity Production in northern Thailand. She is learning about successful development projects in Nan, where she will run the project on the development of creative tourism.


Can a multidisciplinary approach to tourism tackle poverty and support sustainable development?

Researchers in Thailand are investigating “creative tourism” as a way to support local economies and protect their land

By Lucy Goodchild van Hilten
June 2, 2017

Editor’s note: This month, we are exploring “how science can build a sustainable future” – revealing opportunities we may not have considered. We open this series in Thailand, where economists, historians and geographers are investigating an unusual approach to “creative tourism” that can benefit local populations as well as tourists.





When Dr. Sukanda Luangon Lewis visited Vietnam to make batik cloth with a local craftswoman, she saw an opportunity to solve a growing problem while also helping communities like this around the world.

Vietnam is one of many countries experiencing economic benefit from a surge in tourism, but also paying a hidden price. Globally, we take about 1.2 billion international trips a year, and tourism contributes an estimated $7.61 trillion to the economy. But in our eagerness to visit more and more remote places, we are changing the once pristine landscapes, putting habitats and biodiversity at risk. At the same time, the people living in the local communities rarely benefit from the tourism, and instead run the risk of losing their livelihoods.


Chulalongkorn University (Credit: Kantapat Phutthamkul)

Upon returning to Thailand, where Dr. Lewis is an economics professor and Deputy Director of Research at the Institute of Asian Studies, Chulalongkorn University, she realized her experience could be an opportunity for “creative tourism” to support sustainable development. So she began to design a research project, using Scopus and SciVal to pinpoint an unmet need, collecting data on the impact of creative tourism and assembling a multidisciplinary research team.

The trouble with tourism

Dr. Lewis was familiar with the urgency of the situation well before she set out on her trip to Vietnam. Every year, people travel to Thailand in droves: there were 32.6 million visitors in 2016, an increase of 72 percent in just five years. The sector provides about 2 million jobs, accounting for 6 percent of the country’s employment last year. But not everyone – or everything – benefits from the prosperity, as Dr. Lewis explained:

"Unrestrained tourism threatens our natural resources. It also has potential harmful effects on the environment, such as natural habitat loss, increased pollution, soil erosion and shortage of water resources. Revenues from tourism go to the rich and middle income people, according to some research, leaving the poor behind and widening the poverty gap".

Dr. Sukanda Luangon Lewis on a trek with Sapa O Chau, a tourism-related social enterprise in Vietnam, where she spent a day making batik cloths with a local woman.


This is certainly true of Thailand; some of the beautiful places Dr. Lewis had visited decades ago have since changed beyond recognition. When she spent a day making batik cloths with a local woman in Sapa, Vietnam, she realized that giving tourists hands-on experiences of living like the locals would put money in the pockets of those who need it, while preserving what is left of the pristine environment.

Making a traditional Vietnamese batik cloth is labor intensive: craftswomen draw the elaborate, meaningful designs on the cloth by hand and then dye the cloth with deep blue pigment from the indigo plant. They draw the characteristic patterns on it using a pen dipped in hot wax. After dying the cloth, they boil away the wax, and the dark blue patterns are left, often on both sides.

The whole process can take several days, yet tourists in Vietnam, Indonesia and many other countries buy the cloth cheaply with little understanding of the process – or the impact on the people making it. After a day of doing the work, Dr. Lewis understood how much effort goes into producing the cloths, and she bought a few pieces of the craftswoman’s batik cloths to show her appreciation. Her experience was formative:

"It’s so, so beautiful in Sapa but it’s possible to do something more fulfilling than just look at the mountains. We can talk to the people, see how they work and earn money, as in the case of the Hmong women. In the village, I saw a Hmong woman doing her laundry with her feet; she may have been old, but she was still working hard. You have to experience this first-hand, then you can appreciate the reality".


Creating connectivity

Dr. Lewis was inspired to take action. She began to investigate research on similar integrative travel experiences in Thailand. Using Scopus to explore the peer-reviewed literature, she discovered an opportunity: many communities were already offering integrative experiences, yet there was very little research being done in this area, and nothing that aimed to have a practical impact on local people.

"We want tourism – it is a way to help people. But how can we really bring the benefit to the poor and how can we conserve the environment? There is a potential solution: what we think of as network tourism – creative, sustainable approaches to tourism, that enable producers and consumers to relate and get value from their connections."

With this potential solution, Dr. Sukanda started to build a multidisciplinary team of experts from Chulalongkorn University to look at tourism from different perspectives. Geographers could first identify the areas that have tourism potential, historians could tell the hidden story of a city or region and engage the local people, and designers from the Faculty of Fine Arts could work with locals to develop fashion and product lines that appeal to international travelers. Having health experts on the team would enable them to provide guidance on using native herbal medicines, and economists could visit the local communities before and after the sub-projects to determine their impact.

With this multidisciplinary team, Dr. Lewis has designed 18 interwoven projects with three main objectives:
  • To use cultural capital and innovations to increase the competitive potential of Thailand’s tourism sector.
  • To encourage the peaceful co-existence of people in multicultural society and enhance better relationships with neighboring countries.
  • To develop creative, sustainable tourism with appropriate management of the environment.

With their different perspectives, the team can explore ways to connect tourists and people in the local community more closely, ensuring the locals benefit directly from the tourism and appreciate the need to preserve the environment.

Engaging the community


Dr. Sukanda Luangon Lewis (third from left) with her team and a local farmer in Nan (right). Other members of her research team (left to right): Dr. Siripen Supakankunti, Faculty of Economics; Dr. Watcharapong Ratisukpimol, Faculty of Economics; Dr. Chanita Duangyiwa, Faculty of Arts; Usa Kotsripetch, the Social Research Institute; Dr. Narumol Arunothai, the Social Research Institute; and Dr. Wasana Wongsurawat, the Faculty of Arts.


Using SciVal, Dr. Lewis could find the people already working in connected areas, but to build a successful proposal, she also needed to talk to people in the local community. One of the projects involves lime farmers in Nan, Thailand, who had founded a social enterprise in their village in 2016 growing and selling limes to MACRO in Bangkok.

Nan is one of the poorest provinces in Thailand. To earn money, some people destroy the forest to produce maize. They use pesticides, and in March and April, they burn their fields, which causes smoke pollution in Chang Mai and other areas. As Dr. Lewis points out:

"You can’t just tell people not to destroy the forest and water resources. They are poor and need a livelihood. If we try to do something in creative tourism, it needs to bring in revenue for people so they have a reason to help protect the environment".


Dr. Lewis led 20 researchers on a field trip to Nan to interview the local people – including a farmer who started a "Farmers’ School" a few years ago to teach school children about the many local varieties of rice – and have a meeting with 50 local people, most of whom were community leaders.

"I really want this project to have an impact. This research is not only for publications; we want to have something else too – something that has an impact on the people. I felt that, in order to write an appropriate proposal, we must engage people in the field and learn from other development organizations".



Dr. Siripen Supakankunti, Dr. Watcharapong Ratisukpimol and Dr. Sukanda Luangon Lewis on a field trip in Nan. Dr. Siripen is the head of the health-related creative tourism sub-project in Nan and Dr. Watcharapong is the member of that team.


Local students will also play an important role in the project: the university has a campus in Nan where 60 undergraduate scholarship students in the School of Agricultural Resources will have an opportunity to get involved in the research.

The field trip revealed a great opportunity for Dr. Lewis and her team to set up and test creative tourism in Nan. The city of Nan is steeped in history, which will be the thesis topic for a PhD student. With knowledge about the city’s many temples and the cooperation of local farmers, it will be possible to provide the information tourists need to set up unique holidays that benefit local people and the environment. In the future, this could even be in the form of an app, as Dr. Lewis explained:

"I’m a tourist and I want to go to Nan. I love temples, but what if I want to do a farmers’ route? I need something more than TripAdvisor – I need to know the details. As researchers, we can do more: we’re choosing some pilot trips and some routes in Nan to test the impact of creative tourism".


Writing proposals for funding

When she wrote the concept papers for this project, Dr. Lewis didn’t know anything about creative tourism. She needed to find out what research had been done and who was working in the area before she started; that’s where SciVal and Scopus were most valuable, as she explained:

"I’m an economist, and my field is banking. But with Scopus I could look at what people are doing, search for tourism, look at Impact Factors and see citations. When I searched for creative tourism in Thailand, only four papers came up, and only one had been cited. This showed me that it is a very new field in Thailand – one where we can make a difference".

In her research role at the university, Dr. Lewis also writes proposals for international research funding. For this, she says, you need to know two things:

"You first need to identify the trend. What is the new thing that not many people know? I used SciVal for this. And second, you need collaborators. How do you find people? You can’t just work with people from Thailand. In our proposal on migration in the agricultural sector in Cambodia, Laos, Myanmar and Thailand, we have researchers from Japan, Switzerland, the Philippines and Thailand. First you look at your own contacts, then you use SciVal to see who’s writing a lot on what you’re interested in".

With inspiration from her experience making batik cloths in Vietnam, and using information analytics tools such as SciVal and Scopus, Dr. Lewis was able to identify a potential solution to the problems of tourism in Thailand that needs more research. And she could set up a multidisciplinary team that worked with local people to develop a meaningful research proposal. With their unique combination of perspectives and knowledge, the team hopes to secure funding so they can gain valuable insights into how creative tourism can make a real and lasting difference to local people.


Fonte: Elsevier 











domingo, 25 de junho de 2017

Mudança no ISS pode render R$ 25 milhões para Niterói



Arrecadação. Plenário na quarta passada: mudança no ISS em pauta - Sergio Gomes/ Divulgação


Igor Mello

Câmara aprova em primeira discussão cobrança sobre cartões de crédito

NITERÓI - A Câmara dos Vereadores aprovou por unanimidade, em primeira discussão, uma mudança na cobrança de Imposto sobre Serviços (ISS) sobre as transações financeiras feitas com cartões de crédito, planos de saúde e leasing. A expectativa é que a medida, se aprovada, aumente a arrecadação da cidade em R$ 25 milhões por ano.

O projeto, enviado pelo governo à Câmara, altera o Código Tributário Municipal, permitindo que as transações com cartões de crédito sejam tributadas em Niterói, e não nas cidades onde as operadoras estão sediadas.

O Congresso alterou a legislação este ano, permitindo a cobrança nas cidades onde as operações ocorrem, bandeira histórica da Frente Nacional dos Prefeitos. O presidente Michel Temer chegou a vetar a medida, mas a Câmara e o Senado derrubaram o veto em votação simultânea. Antes da mudança, cerca de 63% da arrecadação com esses serviços ficavam concentrados em apenas 35 municípios, onde as empresas estão sediadas. A previsão é que sejam redistribuídos cerca de R$ 6 bilhões.

Também na última quarta, a Câmara dos Vereadores aprovou em primeira discussão o reajuste dos servidores públicos municipais. A proposta da prefeitura é que o aumento dado este ano seja de 4%. O reajuste altera o vencimento base dos servidores concursados, dos cargos comissionados e de funções gratificadas da administrações direta e indireta, além de aposentados e pensionistas da prefeitura. Os subsídios dos agentes políticos também serão reajustados, a partir de 1º de junho de 2017, no mesmo percentual.

Terá ainda aumento de 4% a gratificação de produtividade paga aos fiscais de tributos, posturas, obras, sistema viário, meio ambiente, a procuradores e a técnicos da Procuradoria-Geral do Município.

O projeto de lei, enviado através de mensagem executiva do prefeito, fixa o auxílio-transporte dos servidores em R$ 200, e o abono-refeição em R$ 185. O valor será pago retroativamente a 1º de junho. A votação teve 12 votos favoráveis e três abstenções, de Bruno Lessa (PSDB), Paulo Eduardo Gomes e Talíria Petrone (ambos do PSOL). Na mesma sessão, a Câmara analisou ainda a criação do Conselho Municipal e do Fundo do Idoso, que permitirão a captação de recursos para políticas públicas voltadas à terceira idade.

Fonte: O Globo Niterói














Apesar do Trump, avanços sustentáveis continuam nos EUA



Credit AP Photo / Chris O'Meara


Michael Pope

For First Time in History, Solar Jobs Outnumber Coal Jobs in Virginia

Virginia has long been coal country, but the solar power industry has been increasing its foothold in the Commonwealth over the last few years. And now, Michael Pope reports that a significant shift is taking place.




Virginia now has more jobs in the solar industry than the coal industry. Numbers from the Virginia Department of Mines, Minerals and Energy show a 40% drop in the number of people working in the coal industry over the last five years. Henry Childress with the Virginia Coal and Energy Alliance says coal produces more energy with fewer employees.

“Coal will produce more jobs I think in the long term. But we’ve had to cut back because everyone feels like it’s not worth it to use coal anymore. And I feel that there will be a time when we will have to turn back to coal to meet the demand.”

For now, though, the solar industry has more employees in Virginia than the coal industry. That’s a dramatic shift for a state that has a long history with coal. Alexander Winn at the Solar Foundation says he’s hopeful some of those jobs might move from coal to solar.

“There are efforts to retrain some coal workers, and hopefully those will continue to grow as solar becomes an increasingly large employment sector in the Virginia energy industry.”




Most solar energy jobs are in installation, construction and manufacturing. Numbers from the Solar Foundation show that the industry grew by about 65% over the last year alone.

This report, provided by Virginia Public Radio, was made possible with support from the Virginia Education Association.

Fonte: WVTF









Proteção da biodiversidade depende de corredores ecológicos



Foto Projeto Corredor Ecológico. IEF-MG.


Estratégia combate a fragmentação de florestas e busca garantir a livre circulação de espécies animais

Segundo José Pedro Costa, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (SBio-MMA), diante do atual quadro ambiental, os corredores ecológicos e a conexão das paisagens são um importante conceito na busca de garantir a biodiversidade. Os corredores protegem espécies animais e garantem sua circulação ao evitar fragmentação de florestas.

Ele explica que o conceito já é trabalhado há vários anos e iniciativas do governo com os pesquisadores já existem. No entanto, Costa, que é professor aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, pondera que a dificuldade do governo é transformar os sofisticados projetos dos pesquisadores em políticas públicas.

O SBio-MMA e o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP discutem sobre o tema no evento Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem, no dia 26 de julho, às 9h.

Mais informações no site do evento.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Fonte: Jornal da USP 










Grande São Paulo precisa controlar emissão dos veículos a diesel



Em revisão de dados dos últimos 30 anos, pesquisadores do IAG destacam efeitos do controle de emissões veiculares e industriais e defendem o uso de ônibus elétricos ou híbridos – Foto: Wikimedia Commons via Agência Fapesp.


Embora tenha melhorado poluição atmosférica, muitas mortes estão relacionadas a gás de ozônio e material particulado

Os números continuam alarmantes. Mas o fato é que, mesmo que esteja longe de ser boa, a qualidade do ar na Grande São Paulo melhorou nos últimos 30 anos graças, principalmente, ao controle de emissões. Foi o que constatou a revisão da qualidade do ar na megalópole de São Paulo, publicada na revista Atmospheric Environment.

O estudo é um resumo dos resultados alcançados no Projeto Temático Narrowing the uncertainties on aerosol and climate changes in São Paulo State: Nuance-SPS, que recebeu apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) até a sua conclusão em 2016. Esse projeto contou com a participação de vários institutos da Universidade de São Paulo (USP) e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Apesar do crescimento da frota – aumento de 76% de 2002 a 2012, alcançando 11 milhões de veículos em 2014 –, as concentrações de poluentes diminuíram nos últimos dez anos, exceto para o gás ozônio e material particulado fino, ambos relacionados a problemas de saúde e transtornos cognitivos, principalmente em crianças e idosos.

“O resultado é visível. Mesmo com o incremento da frota, houve uma diminuição não só no valor absoluto nas emissões, mas também nas concentrações ambientais”, disse Maria de Fátima de Andrade, do Instituto de Astronomia e Ciências Atmosféricas (IAG), uma das autoras do estudo, à Agência Fapesp.

Mesmo assim, o sinal ainda é amarelo: todos os anos na Grande São Paulo mais de 10 mil mortes estão fortemente ligadas à poluição por material particulado.

“Estamos no limite de controle de emissão de poluentes por veículos leves. Se houver aumento da frota, e isso é o esperado, haverá um aumento da emissão e consequente aumento na concentração ambiental. A estratégia é diminuir a frota em circulação, ampliar o uso de transporte coletivo e buscar combustíveis mais limpos, principalmente para os veículos pesados, como ônibus, que usam diesel que ainda é altamente poluente e que podem ser substituídos, por exemplo, por combustíveis mais limpos, incluindo os elétricos ou híbridos”, disse Maria de Fátima.

Inspeção de veículos movidos a diesel – Foto: Luiz Guadagnoli/Secom.


A pesquisa – que contou com pesquisadores do IAG, do Instituto de Química, do Instituto de Física, do Instituto de Geociências (IGc) e da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), todos da USP – verificou mudanças nas concentrações de poluentes na atmosfera da Grande São Paulo. Nos anos 1980, havia grande concentração de óxidos de enxofre (SOx), monóxido de carbono (CO), ozônio (O3), nitratos (NOX) e aldeídos (RCHO). Nessa década, houve o início do controle das emissões industriais com a utilização de combustíveis com baixo teor de enxofre, ou mudanças no combustível de caldeiras industriais – e também a introdução do Proálcool.

Na década seguinte houve queda nas concentrações de enxofre e aumento de hidrocarbonetos, aldeídos e material particulado. Não por acaso, foi na década de 1990 que ocorreram medidas de controle nas indústrias para redução de poluição por enxofre e a instituição do rodízio veicular.

Mas há ainda concentrações elevadas de hidrocarbonetos e material particulado associadas com o aumento do consumo de combustíveis e da frota, com boa parte dela não atingindo os limites de emissão impostos pela legislação.

Na década de 2000, começou-se a perceber nas medidas ambientais o efeito do controle de emissões da frota de veículos leves em função da implantação em 1986 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Dez anos depois, observou-se a queda de praticamente todos os poluentes, exceto a de hidrocarbonetos e material particulado. De acordo com Maria de Fátima, isso se deu por causa do aumento da frota e o consequente crescimento do uso de combustível.

“Apesar do controle das emissões por exaustão (dos escapamentos), houve um aumento das emissões por evaporação (abastecimento e cárter), o que explica a maior concentração de hidrocarbonetos. Já a manutenção da concentração de material particulado se deu em virtude do atraso na implementação da fase P7 do Proconve [para controle de emissões de partículas pelos veículos pesados] e também pelo aumento da frota”, disse.

Tipo 100% paulistano

A poluição de São Paulo tem suas especificidades. A megalópole tem uma frota enorme e antiga. A média de idade é de nove anos para veículos leves e dez para caminhões. Nos Estados Unidos e na Europa esses números são sete e oito, respectivamente. Além disso, no Brasil é usado um combustível diferente dos de outros países, com o uso de etanol e biodiesel.

No âmbito do Projeto Temático Nuance-SPS, pesquisadores, em um estudo recente, indicaram que os veículos leves de São Paulo emitem 3,5 vezes mais formaldeídos e acetaldeídos que os da Califórnia. Outra constatação foi que as concentrações de hidrocarbonetos estão em níveis mais altos que outras megacidades do mundo – como Pequim, Londres, Los Angeles e Paris –, apesar da redução dessas concentrações na Grande São Paulo.

A análise das concentrações de poluentes nos últimos 30 anos mostra também que muito mudou, tanto em legislação como nos métodos de medida. Dessa forma ampliou-se muito o conhecimento sobre o impacto dos poluentes na qualidade do ar em São Paulo e na saúde da população. E não só localmente, mas mundialmente também houve muitos avanços na área de estudo de poluição atmosférica.


Foto: Marcos Santos / USP Imagens.


“Ganhamos em conhecimento da importância das emissões urbanas. Atualmente os inventários de emissões de poluentes em escala global reconhecem a importância das cidades. Em estudos anteriores era comum negligenciar emissões locais, como, por exemplo, do setor de transporte. Existem várias iniciativas mundiais para quantificar melhor a contribuição urbana”, disse Maria de Fátima.

A pesquisadora explica que para fazer o cálculo das estimativas de emissão de poluentes na atmosfera usava-se muito valores com as características dos países desenvolvidos. “Nos inventários havia estimativas para o hemisfério Norte e para o hemisfério Sul concentrava-se na questão das queimadas de florestas.”

A própria relação das mudanças climáticas com a poluição local foi revista. “Antes existia uma estratégia de não considerar os poluentes locais urbanos como atuantes nos processos climáticos. Mais recentemente, a abordagem tem sido um pouco diferente. Os poluentes emitidos localmente e que estão relacionados com poluição do ar podem ter impacto climático também, é o caso do próprio ozônio e algumas partículas”, disse.

Isso melhorou a modelagem da contribuição de cidades e megacidades para a poluição atmosférica e mudanças climáticas. E ao mesmo tempo as cidades serão as mais afetadas pelas mudanças climáticas. Tem-se a noção de que ao mudar o clima, além de impactos como enchentes, secas, aumento de temperatura, haverá uma mudança também nas concentrações de poluentes na atmosfera que vai ser mais sentida nas populações das cidades.

“Por exemplo, se houver aumento de temperatura, pode haver aumento na concentração de ozônio, se mudar umidade também vai alterar a composição dos compostos na atmosfera”, afirmou.

Para a pesquisadora, isso prova que, quando se pensa em restrição das emissões, a cidade ganha duas vezes: ganha em qualidade do ar e contribui com a redução de impacto climático.

O artigo Air quality in the megacity of São Paulo: Evolution over the last 30 years and future perspectives (doi: https://doi.org/10.1016/j.atmosenv.2017.03.051) tem autoria de Maria de Fátima Andrade, Prashant Kumar, Edmilson Dias de Freitas, Rita Yuri Ynoue, Jorge Martins, Leila D. Martins, Thiago Nogueira, Pedro Perez-Martinez e Regina Maura de Miranda.

Maria Fernanda Ziegler/Agência Fapesp


Fonte: Jornal da USP








Chuva: Niterói retira 150 toneladas das ruas



Funcionários da prefeitura de Niterói fazem obra de contenção no Caramujo. Foto: Leonardo Simplício/Prefeitura de Niterói


Clin alerta que boa parte do lixo foi descartado irregularmente

No temporal que caiu essa semana, mais de 150 toneladas de lixo e lama foram removidas pela Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) em diversos bairros. Em dias normais de limpeza, o órgão recolhe diariamente uma média de 565 toneladas de resíduos domiciliares e 200 toneladas na varrição, incluindo as de podas de árvores.

Boa parte do lixo removido após as chuvas são resíduos descartados irregularmente e principalmente colocado para recolhimento antes do horário de coleta. Com o intuito de coibir esse tipo de irregularidade, a Clin intensificou as ações de conscientização e fiscalização. Nos últimos 12 meses, 1.293 notificações foram emitidas e 206 pessoas autuadas.

Além de trabalhos educativos porta a porta, a campanha “Recicla Niterói”, que tem como objetivo estimular a participação na coleta seletiva, vem, desde 2015, rodando todos os bairros para recebimento de material. Já foram arrecadados mais de duas toneladas de recicláveis.

A Clin investe também em ações diárias, que visam evitar transtornos aos moradores da cidade. Apesar de todo o município ser atendido pela coleta domiciliar, que é realizada em dias e horários fixos, caminhões chamados de “repasse” rodam toda a cidade para recolher resíduos descartados irregularmente.

A população de Niterói pode contribuir com o município nos dias de chuva forte, como ocorreu na última semana, auxiliando os órgãos municipais na prevenção ou para dar respostas rápidas nesses casos.

Entre as ações que os moradores podem desempenhar, a busca de informação é uma das mais importantes, porque pode salvar vidas. Ao se cadastrar no site da Defesa Civil Municipal, o niteroiense passa a receber mensagens enviadas por celular, via SMS, que fazem referência à tomada de atitudes preventivas e emergenciais nos casos de iminência de desastres.

“Para receber as mensagens de SMS, os moradores devem se cadastrar, acessando o site da Defesa Civil de Niterói (www.defesacivil.niteroi.rj.gov.br). Essa é uma iniciativa que pode ser fundamental para a evacuação de famílias de uma área de risco, por exemplo”, explica o subsecretário de Defesa Civil, Walace Medeiros.

Contribuição – Quem mora em comunidades de Niterói pode contribuir com os Núcleos de Defesa Civil nas Comunidades (Nudecs), que são 44 ao todo. Esses núcleos são formados por voluntários que vivem nos locais onde atuam. Em casos de fortes chuvas, os moradores dessas áreas podem ajudar seguindo as orientações das equipes de sair das casas e ir para o ponto de apoio.

“As equipes dos Nudecs multiplicam os conceitos de prevenção nos locais onde residem, além de apoiarem as ações emergenciais da Defesa Civil em caso de chuvas intensas. A contribuição desses voluntários tem sido de grande importância não somente nos dias de chuva fortes, mas também na orientação dos vizinhos com relação às ações de prevenção”, afirma o subsecretário.

Em setembro de 2016, a Prefeitura de Niterói assumiu a manutenção do sistema após o governo estadual informar que não poderia mais arcar com os custos do serviço. Em cada comunidade onde há sirene, as rotas de fuga foram sinalizadas para facilitar o acesso dos moradores a locais seguros.

Fonte: O Fluminense








SANEAMENTO EM NITERÓI: ‘Se liga’ notifica mais 941 residências



Equipes da Águas de Niterói realizaram a ligação das casas à rede de esgoto. Foto: Evelen Gouvea


Pamella Souza

Destas, 851 já regularizaram a ligação à rede coletora de esgoto em Pendotiba. Operação ainda segue na região

Das 941 residências notificadas pelo Projeto Se Liga, faltam apenas 90 se conectarem à rede de esgoto na região de Pendotiba. Esse é o resultado da ação de conscientização feita pela Águas de Niterói e Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Do total de casas visitadas, 851 já atenderam as orientações dos órgãos e estão se regularizando.

"Das 941 residências notificadas pelo Projeto Se Liga, faltam apenas 90 se conectarem à rede de esgoto na região de Pendotiba".

Há quase um mês, o projeto avançou para Pendotiba, começando pelo bairro de Maria Paula. Segundo a Superintendência Regional da Baía de Guanabara, com isso, 280.830 mil litros de esgoto deixaram de ser despejados irregularmente nas lagoas da Região Oceânica de Niterói diariamente.

"... 280.830 mil litros de esgoto deixaram de ser despejados irregularmente nas lagoas da Região Oceânica de Niterói diariamente".

O programa consiste em eliminar as ligações clandestinas de esgoto na cidade de Niterói. Para isso, equipes da Águas e do Inea, em conjunto, visitam os locais previamente identificados com irregularidades.

Além da notificação, todo um trabalho de conscientização é feito de porta em porta, ressaltando a importância de preservar o meio ambiente. Muitos imóveis ainda despejam o esgoto de modo irregular, em fossas sépticas, filtros, sumidouros e conexões diretas à rede pluvial. Isso pode, ainda, lançar os dejetos diretamente em mares, rios e lagoas niteroienses, prejudicando a balneabilidade. Esse é um dos principais causadores da poluição do complexo de Itaipu, por exemplo.

Após essa etapa, é dado um prazo de 60 dias para o proprietário cumprir as exigências para realizar a devida ligação de esgoto. Dessa forma, os efluentes deixam de ser despejados no solo para, assim, ser tratado corretamente nas estações de tratamento do município.

O trabalho é essencial para chegar à universalização do esgoto, alcançando 100% dos efluentes tratados. A meta também vai ser batida através da construção de mais duas estações na região de Pendotiba: Badu e Sapê. Hoje, 90% do efluente coletado em Niterói é tratado pelo sistema de esgoto, através de oito estações existentes, a mais recente inaugurada em Maria Paula, onde o Se Liga atua agora.

De acordo com a Superintendência Regional do Inea, a interligação correta à rede de saneamento ocorre de maneira simples. Quando acontece ao contrário, há a necessidade de obras e, para isso, o projeto é feito de forma planejada.

Fonte: O Fluminense







NITERÓI APRESENTA NOVA CARTEIRA DE PROJETOS: Mais de R$ 1 bilhão em investimentos



Estudos técnicos para a implantação do Mercado Municipal Feliciano Sodré devem ser apresentados por consórcios contratados até o dia próximo dia 25 de julho. Foto: Douglas Macedo


Giovanni Mourão

Até 2020, Niterói pretende implantar Mercado Municipal e investir na modernização do Caio Martins

A Prefeitura de Niterói vai investir mais de R$ 1 bilhão em projetos até 2020. Esse montante será distribuído em 34 metas. Dentre os principais projetos estão a implantação do Mercado Municipal Feliciano Sodré, a municipalização e modernização do Estádio Caio Martins e a reforma da Concha Acústica no Centro de Niterói. Nesta segunda-feira, o prefeito Rodrigo Neves vai apresentar para lideranças empresariais, comunitárias, religiosas e políticas a Carteira de Projetos 2017-2020. A solenidade será realizada no Teatro Municipal.

“Esses 34 projetos fazem parte da segunda fase do Programa Niterói Que Queremos, que se estende até 2033. Niterói se destaca por fazer investimentos que nenhuma cidade está fazendo. Conseguimos reduzir despesas sem cortar programas sociais, aumentamos a receita sem aumentar impostos. Tudo isso nos permite dar este salto de qualidade”, afirma o prefeito.




Dentre as medidas estratégicas está a realização de estudos técnicos de reforma, revitalização e exploração econômica do Mercado Municipal. Os consórcios contratados deverão apresentar tais estudos até o dia 25 de julho deste ano.

Ainda dentro da carteira de projetos, está a dragagem do Canal de São Lourenço, que deve ser iniciada nos primeiros meses de 2018 e concluída em um período aproximado de um ano. Outra forma de potencializar o turismo de negócios e atrair investimentos é a criação de um Centro de Convenções no Centro de Niterói, por meio de uma Parceria Público-Privada.

Esporte e Lazer – Acerca do Estádio Caio Martins, o prefeito manifestou o desejo de transformar o local em um espaço de convivência esportiva e de lazer. Também como forma de promover o lazer e o esporte, serão iniciados, ainda este ano, os trâmites para a revitalização da orla da praia de Charitas, que contará com novos quiosques, um deque e uma ciclovia.

Cultura – Será realizada a revitalização da Concha Acústica, que promoverá eventos e atividades culturais para potencializar a utilização do espaço. Também na área da cultura, estão incluídas a municipalização do Museu Palácio do Ingá e a implantação de equipamentos culturais nas regiões Norte e Oceânica.

Habitação – Para reduzir o déficit habitacional na cidade, serão entregues 1.520 unidades habitacionais, além de ser realizada a contratação de 2 mil novas unidades. Também serão realizadas diversas obras de contenção de encostas e drenagem visando reduzir áreas de risco, por toda a cidade. Ainda para melhorar a qualidade de moradia, a prefeitura vai realizar a drenagem e pavimentação de todos os bairros da Região Oceânica, Rio do Ouro e Pendotiba até 2020.

Sustentabilidade – Serão promovidas ações de recuperação do sistema lagunar de Itaipu e de Piratininga, além da implantação de parques ao redor das referidas lagoas. O prefeito também anunciou a renaturalização da bacia do Rio Jacaré.

Segurança – Com o objetivo de melhorar a segurança na cidade, a prefeitura pretende ampliar, até o limite permitido pela lei, o número de guardas-municipais. Junto com o plebiscito sobre o armamento da Guarda, também será implementado um Centro de Formação e Qualificação da corporação.

Saúde – Para a área da saúde, o governo municipal tem, até 2020, os desafios de implementar a Fundação Estatal de Saúde, além de um sistema de prontuário eletrônico e salas informatizadas de vacinação. Também existe a promessa de atingir 100% de cobertura do Programa Médico de Família para o público-alvo, assim como implantar o Centro Municipal de Imagem.

Educação – Como forma de democratizar o acesso às tecnologias da informação, está sendo construída a Plataforma Digital da Engenhoca, com previsão de entrega para dezembro deste ano.

Fonte: O Fluminense 











sábado, 24 de junho de 2017

Prefeitura inicia desapropriação de 35 imóveis para alargamento da Avenida Marquês do Paraná





A Prefeitura de Niterói deu início nesta sexta-feira (23/06) ao processo de desapropriação de 35 imóveis para o alargamento da Rua Marquês do Paraná, no Centro. No sentido Icaraí, a via ganhará mais uma faixa de rolamento e ciclovia no trecho entre as ruas Doutor Celestino e Miguel de Frias. O projeto inclui a reurbanização da via até a Avenida Amaral Peixoto, com uma nova praça sobre o mergulhão Ângela Fernandes.

O alargamento da Rua Marquês do Paraná resolve o gargalo formado no fim da Rua Doutor Celestino, um dos principais eixos para os veículos que seguem do Centro para a Zona Sul.

"O mergulhão, projetado no governo anterior, provocou um afunilamento naquele que é um dos principais eixos viários do Centro para a Zona Sul. Essa obra facilitará o fluxo, prejudicado, sobretudo, no rush noturno, e viabilizará calçadas mais amigáveis para os pedestres. Além disso, conseguiremos conectar as ciclovias da Zona Sul e do Centro, incentivando ainda mais o uso de bicicletas na nossa cidade", ressalta o prefeito Rodrigo Neves.

A obra será a primeira realizada com recursos obtidos através do modelo de outorga onerosa, que financiará ações do processo de requalificação do Centro. Serão utilizados R$ 11,8 milhões, dos R$ 14 milhões já pagos por investidores que tiveram seus projetos aprovados para a região central da cidade.

"Essa é uma obra que trará benefícios em diferentes vertentes. A urbanização daquela área é de extrema importância para a requalificação do Centro. Será uma nova avenida, totalmente urbanizada, com nova praça e com a ciclovia que ligará o Centro a Icaraí, antiga reivindicação dos ciclistas da cidade. Além disso, a obra eliminará aquele gargalo que hoje faz milhares de trabalhadores perderem tempo na volta pra casa", ressalta o secretário municipal de Urbanismo, Renato Barandier.

Ainda não há data prevista para o inicio das obras, que começarão apenas após o término da construção do mergulhão da Praça Renascença, previsto para setembro.

Fonte: Prefeitura de Niterói








Prefeitura de Niterói confirma as metas do plano estratégico até 2020









Os principais integrantes e dirigentes do governo municipal de Niterói se reuniram nesta sexta-feira, com o prefeito da cidade, Rodrigo Neves, para debater, pela última vez, e validar as ações do Plano Estratégico que irão orientar o crescimento da cidade até 2020.

Além de ratificar as propostas e projetos apresentados por cada área da administração pública, a cúpula do governo analisou os resultados obtidos com as medidas já implantadas na gestão municipal para melhorar a eficiência do gasto público e reduzir as despesas.

Na próxima segunda-feira, dia 26, o Plano Estratégico 2017-2020 será apresentado a representantes da sociedade civil, empresários e associações no Teatro Municipal. Na ocasião, serão detalhadas as ações e prioridades já estabelecidas pela municipalidade para os próximos três anos e meio.

O prefeito ressaltou a importância das medidas adotadas não apenas no início da primeira gestão, mas também o novo pacote de ajustes feito nos primeiros 100 dias do segundo mandato, o Niterói Resiliente, que permitiu a elaboração desse planejamento.

“Todo esse investimento que programamos e vamos apresentar à sociedade só foi possível graças às medidas que tomamos no início de cada um dos mandatos. No primeiro, organizamos as contas. Agora, diante da grave crise que passa o país e, sobretudo, o estado, que vive uma situação caótica, Niterói se destaca por fazer investimentos que nenhuma cidade está fazendo. Conseguimos reduzir despesas sem cortar programas sociais, aumentamos a receita sem aumentar impostos. Tudo isso nos permite dar este salto de qualidade” afirma o prefeito.

Neves explica qual o principal objetivo dessa nova etapa do planejamento:

“Estamos apontando para o futuro. Essa é a mensagem que vamos passar para os niteroienses. Um futuro no qual pretendemos tornar Niterói a melhor cidade para viver e ser feliz.”

O prefeito lembrou ainda que o município vem cumprindo suas obrigações regularmente, pagando fornecedores e, mais importante, sem atrasar salários dos servidores.

“Enquanto o estado sequer pagou o 13º salário de 2016, nós estamos antecipando 50% do 13º de 2017 agora em julho. Isso é fruto de trabalho, dedicação e seriedade na administração. Não tenho notícia de outra cidade que esteja fazendo essa antecipação salarial como nós. Boa parte dos municípios ainda enfrenta problemas para regularizar salários atrasados e quitar dívidas”.

Fonte: Prefeitura de Niterói








Orla de Charitas ganha Pomar Urbano



O trecho com o pomar fica próximo aos acessos do Túnel Charitas-Cafubá e à comunidade do Preventório. Foto: Evelen Gouvêa.


Raiana Collier

Iniciativa faz parte do Projeto Verdes Notáveis, que tem como objetivo o plantio na cidade de espécies nativas da Mata Atlântica

Em continuidade ao Projeto Verdes Notáveis, que planta espécies nativas da Mata Atlântica em locais que não conflitem com o mobiliário urbano de Niterói, 60 mudas foram plantadas essa semana na orla de Charitas, na Zona Sul de Niterói. O trecho, que fica próximo aos acessos do Túnel Charitas-Cafubá e à comunidade do Preventório, ganhou nova área verde com árvores frutíferas de restinga, como cajueiros e pitangueiras. Os primeiros frutos devem começar a ser vistos e colhidos pela população nos próximos meses.

Esse é o terceiro Pomar Urbano da cidade, uma iniciativa da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconser) que já plantou cerca de 5.300 árvores em vários bairros da cidade. Secretária da pasta, Dayse Monassa explicou que a iniciativa busca promover interação com o meio ambiente. A ideia é que a população acompanhe o desenvolvimento das espécies plantadas, ajude a cuidar e preservar as mudas e consuma seus frutos.

“É um diferencial para a cidade. Niterói está cada vez mais no caminho de ser uma cidade sustentável. Com o plantio das espécies nos bairros através do projeto Verdes Notáveis e com os pomares urbanos, estamos não só melhorando o ar da cidade como deixando as vias mais bonitas, frescas e com um ambiente mais agradável para a população”, comentou.

Biólogo da Seconser, Alexandre de Moraes explicou que Niterói vinha com um histórico de plantio equivocado na cidade, com espécies erradas, nos lugares errados. O trabalho que vem sendo feito vai no sentido contrário, tomando cuidado com a estrutura da cidade. Ele comentou, ainda, que os cidadãos niteroienses são “bastante engajados” a questões ambientais.

“Uma das premissas é não conflitar com mobiliário urbano, fiações. Na primeira etapa, são 60 pés. Em seguida, no espraiado, vamos plantar pitanga, caju, abricó-da-praia. E essas árvores vão atrair fauna, pássaros. Por serem plantas arbustivas, de pouca altura, os moradores estão gostando”, avaliou.

Além do Pomar de Charitas, o Campo de São Bento e a comunidade do Palácio também já contam com as mudas frutíferas, somando 450 árvores, entre caju, pitanga, acerola, cajá, manga, aroeira, paineira, graviola e baba-de-boi.

Fonte: O Fluminense 










Defesa Civil de Niterói realiza o II Curso Primeira Resposta a Emergências com Produtos Perigosos



A Defesa Civil de Niterói é considerada atualmente como uma das mais bem preparadas e equipadas. Um grande esforço tem sido feito para que a cidade conte com uma Defesa Civil preparada e bem treinada para atender e proteger a população em situação de emergência.

Parte importante deste esforço tem sido o treinamento e a capacitação da própria equipe, de membros dos Núcleos Comunitários de Defesa Civil - NUDEC, voluntários e até mesmo integrantes de outras Defesas Civis.

Nos dias 20 e 21 de junho o Grupamento de Operações com Produtos Perigosos, do Corpo de Bombeiros  realizou uma capacitação em primeira resposta para emergências com produtos perigosos para servidores do município, Samu e voluntários da Defesa Civil.







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