quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

QUEIMADA É CRIME: Maricá recebe 20 chamados de incêndio por hora






Geovanne Mendes

O verão tem sido de altas temperaturas e ar seco, uma combinação perfeita para aumentar os focos de incêndios florestais. Em Maricá, por exemplo, são registrados pelo menos 20 solicitações por hora no telefone do Corpo dos Bombeiros da cidade. Números que acabam se repetindo em diversas cidades da nossa região. E um detalhe muito comum nestas ocorrências são os chamados incêndios criminosos.

“A maioria dos nossos chamados são para incêndios criminosos, pessoas que queimam lixo, soltam balões ou até mesmo motoristas que jogam cigarro pela janela dos carros, o que acaba se tornando um perigo, já que a vegetação está completamente seca”, comentou um oficial do Corpo de Bombeiros de Maricá que preferiu não se identificar.

Adriano Felício, presidente da Associação de Moradores da Ponta da Areia, na região central de Niterói, sabe bem o significado da palavra prevenção. Depois que a reserva ambiental do Morro da Penha ter pegado fogo há quase um mês, ele garante que hoje os moradores estão mais conscientes e sabem do perigo de queimar lixo ou soltar balões perto de matas.

“Já não é a primeira vez que sofremos com incêndios no morro. Hoje em dia fazemos palestras, ensinamos alunos e adultos a não queimar lixo no mato e muito menos soltar balões”, comentou.

E os próximos dias serão de temperaturas altas e, segundo o informe do Centro de Monitoramento e Operações da Defesa Civil de Niterói, a umidade relativa do ar poderá apresentar valores ligeiramente baixos. Essas condições elevam o risco de propagação de fogo em vegetação na cidade.

“Não faça fogo em lixo pois, além de ser crime ambiental, você estará expondo a risco a saúde da sua família e dos seus vizinhos, além de ameaçar as áreas verdes de nossa cidade”, alerta o informe.

De acordo com dados do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Ceptec), que monitora os focos de incêndios florestais no país, houve realmente um aumento de queimadas de quase 100% no Estado do Rio se comparados os meses de janeiro e fevereiro deste ano e o mesmo período de 2016. Em janeiro de 2016, por exemplo, foram registrados nove focos de incêndio e no mesmo mês deste ano, 26 chamados de incêndios foram confirmados. Já em fevereiro de 2016 o instituto registrou 16 focos de incêndio, enquanto este ano o mês de fevereiro, que ainda não encerrou, já registra 22 casos confirmados.

Fonte: A Tribuna



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Foco de queimada próximo ao PARNIT - Parque Municipal Natural de Niterói, no Morro da Viração.

Fogo causado, provavelmente, por queima ilegal de lixo.


Foco de incêndio, ameaçando florestas no município.


Quem percebeu que a cidade ontem estava cheia de fumaça, com cheiro de queimado? Em vários pontos da cidade foi possível ver essa triste cena. Estamos com um alto índice de propagação de fogo em vegetação devido ao calor.

A incidência dos incêndios em vegetação nesta época do ano é muito grande. Converse com seus amigos e vizinhos. Denuncie caso verifique alguém provocando queimadas ou até mesmo queimando lixo por aí. Isso é crime!

Ligue para 190 Polícia Militar, Corpo de Bombeiros 193, Defesa Civil 199 ou para o CISP 153.

Fonte: Facebook da Prefeitura de Niterói




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Cidade do Rio recebe mais de 1,1 milhão de turistas






Dias de folia devem movimentar cerca de R$ 3 bilhões na economia

A cidade do Rio de Janeiro recebe aproximadamente 1,1 milhão de turistas neste Carnaval. A movimentação na economia deve atingir cerca de R$ 3 bilhões. A grande festa popular, que começa oficialmente nesta sexta-feira (24/2), vai reunir diversas nacionalidades na Capital que é vitrine do Brasil para o mundo. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH), a rede hoteleira registra ocupação média de 72%.

A Barra da Tijuca é, até o momento, o bairro mais procurado, com 75% de ocupação, três pontos percentuais acima da média geral da cidade. Na sequência, estão os bairros do Flamengo e Botafogo, com 73%. Copacabana e Leme registram 74%, enquanto Ipanema e Leblon têm 71%. O Centro tem 67% de quartos vendidos para os dias de folia.

A previsão da ABIH é que a média geral chegue a 80%, podendo alcançar 90% em alguns bairros. O motivo, segundo a associação, foi a grande exposição durante a Olimpíada, que motivou os visitantes estrangeiros a visitarem a Cidade Maravilhosa. O Carnaval de rua é outro importante chamariz para os foliões.

– A cidade tem uma grande importância, principalmente por ser a porta de entrada de visitantes para várias partes do estado – disse o secretário de Turismo, Nilo Sergio Felix.

Fonte: Governo do RJ



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Base cartográfica disponibilizada pelo IBGE e pela SEA é importante instrumento para gestão ambiental






O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) disponibilizaram a representação cartográfica de todo o estado do Rio de Janeiro, contendo os elementos pertinentes à escala, com hidrografia, sistema de transportes e relevo (curvas de nível).

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) disponibilizaram a representação cartográfica de todo o estado do Rio de Janeiro, contendo os elementos pertinentes à escala, com hidrografia, sistema de transportes e relevo (curvas de nível).

Realizada a partir de uma parceria entre o IBGE e o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Ambiente, essa base compõe o Projeto RJ25 e significa a primeira base cartográfica vetorial contínua de uma unidade de federação.


A localização do Projeto Grael já registrada na base cartográfica.


A base cartográfica é fundamental para identificação e localização de corpos hídricos e ilhas, delimitação de costa, auxiliando na delimitação de áreas de preservação permanente, unidades de conservação e seus planos de manejos, bem como na localização e identificação de elementos constantes de áreas objeto de licenciamento ambiental.

“Trata-se de uma importante ferramenta para a gestão ambiental, revelando-se como a fonte de consulta de objetos geoespaciais mais detalhada e com maior densidade de informações que o Estado possui”, disse o subsecretário de Estado do Ambiente, Rafael Ferreira.

*O projeto contemplou cerca de 5.200 fotografias aéreas e mais de 1.500 pontos de controle medidos em campo. Em 2010, o IBGE e a SEA iniciaram uma nova fase que é a extração de feições que comporia a base lançada neste momento. Entre 2010 e 2014 as feições cartográficas foram restituídas e armazenadas em um banco de dados geoespaciais de modo que as informações podem ser utilizadas em qualquer ambiente de SIG (Sistema de Informação Geográfica). Entre 2015 e 2016, foram realizadas as análises topológicas e o controle de qualidade da base cartográfica, além da delimitação das unidades de conservação existentes no Estado do Rio.

*A base cartográfica vetorial contínua do Rio de Janeiro está disponibilizada na INDE (http://www.visualizador.inde.gov.br/) e no portal de geoserviços do IBGE (http://www.geoservicos.ibge.gov.br/geoserver/web/.

*Informações da sala de imprensa do IBGE.

Fonte: SEA










terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Emendas parlamentares trazem mais investimentos para Niterói





Convênio entre Prefeitura e a Caixa deverá garantir entrega de moradias e melhorias em espaços da cidade

As obras de um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida, no bairro do Fonseca, receberão R$ 15 milhões da Caixa Econômica Federal. O convênio do banco com a Prefeitura de Niterói foi assinado nesta terça-feira (21) e integra o pacote de investimentos que a instituição fará em projetos no município, num total de R$18,5 milhões.

As intervenções no conjunto, que terá 200 unidades habitacionais de interesse social para famílias que vivem em áreas de risco, estavam paralisadas há mais de um ano. Uma nova empresa foi contratada pela Caixa para a retomada das obras. Outros quatro convênios foram assinados pelo prefeito Rodrigo Neves e pelo superintendente regional da Caixa, Samuel Crespi, para investimentos nas áreas de habitação, turismo, esporte e cultura, com recursos provenientes de emendas parlamentares.

Os recursos serão empregados na obra de melhoria da infraestrutura:
  • No espaço da Concha Acústica, emenda do deputado federal Celso Pansera;
  • Implantação de sinalização turística, com recursos de emenda do mesmo parlamentar.
  • A pista de mountain bike no Parque da Cidade será implantada por emenda do deputado federal Altineu Cortes; e
  • A instalação do auditório do Centro de Cinema de Niterói, no Caminho Niemeyer, será feita com recursos de emenda do deputado federal Roberto Sales.
Na Concha Acústica, a quadra de basquete será reformada. O espaço também receberá melhorias na iluminação. Na área de turismo, a sinalização turística irá identificar os acessos à diversidade de atrativos da cidade, como a Ilha da Boa Viagem, Campo de São Bento, Fortaleza de Santa Cruz, Igreja de São Lourenço, Solar do Jambeiro, Teatro Municipal, Museu de Arte Contemporânea (MAC), Horto do Fonseca, entre outros.

Além de sinalização turística, o Parque da Cidade também receberá uma pista de mountain bike. Já na cultura, o investimento será aplicado na instalação do maior auditório público, com 500 lugares.

O prefeito Rodrigo Neves destacou que, nos últimos quatro anos, a parceria com organismos internacionais e instituições como a Caixa, foram fundamentais para Niterói.

“Essas parcerias foram muito importantes para que Niterói fizesse a travessia da crise, garantindo investimentos e a melhoria da qualidade de vida da população. Neste início da nova gestão, estamos assinando mais um programa de investimentos e isso é muito importante para a cidade. Quero agradecer a toda equipe técnica da Caixa e da prefeitura, que estão trabalhando com bastante integração e competência”, afirmou Neves.

O superintendente da Caixa, Samuel Crespi, disse que a assinatura desses contratos é um reforço na parceria com a Prefeitura de Niterói, que vem dando certo há bastante tempo.

“Para a Caixa é muito importante a seriedade e a celeridade com que a prefeitura tem tratado esses projetos. É muito importante assinar, mas também é muito importante entregar bem feito. A gente tem conseguido evoluir muito nesses contratos aqui em Niterói”, disse Crespi.

Fonte: O Fluminense









Niterói deve receber 90 mil turistas durante a folia



O desfile na Rua da Conceição é um dos destaques do Carnaval em Niterói. Foto: Neltur / Divulgação



De acordo com a Neltur, cidade tem o segundo melhor carnaval do estado

Reconhecida por ser uma das principais cidades indutoras do turismo no Estado do Rio de Janeiro, e destacada no mundo inteiro por ter atrativos como o MAC (Museu de Arte Contemporânea), e praias paradisíacas como Itacoatiara, agora Niterói se consolida como detentora do segundo melhor Carnaval do Estado, com 29 escolas desfilando oficialmente, mais de 100 blocos nas ruas e cerca de 20 carnavais de bairros.

A expectativa é de que Niterói receba cerca de 90 mil turistas, incluindo os que se hospedam na cidade e os que circulam por seus atrativos e nos polos gastronômicos. Num levantamento feito pela Niterói Empresa de Lazer e Turismo S/A (Neltur), há 5 dias do desfile oficial na cidade, a taxa de ocupação média de pousadas e hotéis já gira em torno de 70%, com previsão de aumento. Algumas pousadas já chegam a 85% de ocupação.

Para o presidente da Neltur, José Haddad, o carnaval de Niterói cada vez mais tem apelo turístico num contraponto com o carnaval fashion da Marquês da Sapucaí: “Aqui demonstramos com nosso desfile como nasce uma escola de samba, o carnaval de raiz, quais são as origens das grandes escolas que hoje desfilam no Rio, aliás de Niterói , três brilham do outro lada da Baía, Unidos do Viradouro, Acadêmicos do Cubando e do Sossego”, destaca Haddad.

O presidente da Neltur lembra que os primeiros passos do samba começaram em 1929, com o sambista e compositor niteroiense, Ismael Silva, que morou em Jurujuba e foi o fundador da primeira escola de samba do país, a Deixa Pra lá e que o escritor Jorge Amado, em sua estadia na cidade, disse que o carnaval de Niterói era o segundo do Brasil.

Para Haddad, temos muito a oferecer ao turista que quer brincar o carnaval espontâneo nos bairros, nas ruas e no desfile da Rua da Conceição. Outra motivação para a procura do carnaval em Niterói, diz Haddad, é a suspensão da folia em vários outros municípios, como São Gonçalo por exemplo. “Teremos um fluxo extra de visitantes que devem chegar a cerca de 40% consumindo em Niterói”, afirma.

Em dados levantados pela Riotur, na qual a Neltur tem parceria, a divulgação de Niterói no Rio e nas principais feiras nacionais e internacionais de turismo, faz com que pelos menos 20% dos turistas que visitam o Rio venham para Niterói nesta época do carnaval.

Segundo Haddad, não se pode ignorar que a festa carnavalesca reflete uma demanda social, com apelo das comunidades. “A maioria da população quer a realização e a melhoria do carnaval, que já foi o segundo do País. O reflexo dessa demanda foi o aumento significativo de blocos nas ruas, acima de 40%. “ Daí o esforço que vem fazendo a Prefeitura de Niterói, através da Neltur, mesmo com a crise, para fazer o carnaval, ressalta”.

Não há dúvida de que este volume de blocos nas ruas e nos bairros, além do desfile oficial, aquece a economia local, através do seu comércio, supermercados, lojas de fantasias, bares e restaurantes, rede hoteleira e os polos gastronômicos nas orlas das praias oceânicas.

Carnaval de bairros

Cada vez mais forte e alegre, o Carnaval de bairros de Niterói está programado para acontecer de 25 a 28 de fevereiro, recebendo o suporte da Neltur, pelo menos em 20 comunidades: Av. Central, Maravista, Badu, Barreto, Largo do Barradas, Berro da Paulina, Engenhoca, Ilha da Conceição, Jurujuba, Preventório, Rio do Ouro, Santa Bárbara, Rua Nóbrega, Engenho do Mato, Ponta D’Areia, Pé Pequeno, Piratininga e Matapaca.

Desfiles da Rua da Conceição, no Centro

Nos dois dias de desfiles da Rua da Conceição o público poderá conhecer a Corte Momesca de Niterói que abrirá cada noite com muita beleza, alegria e samba no pé. O Rei Momo Kriollo, a Rainha Andressa Ruiva e as Princesas Danny Nascimento e Rafaella Mell abrirão os desfiles, dandos as boas vindas aos foliões que poderão assistir desde escolas recentes até grandes escolas de samba como Acadêmicos do Cubango, Unidos do Viradouro e Acadêmicos do Sossego.

Programação dos Desfiles de Escolas de Samba

Dia 27 – Segunda-feira, a partir das 18h

1 – Grupo de Avaliação – Grilo da Fonte, Tá Rindo Por quê? e Unidos do Castro

2 – Grupo Especial de Enredo – Atual Grupo B – União do Maruí, Mocidade Independente do Boaçu, Banda Batistão, União da Engenhoca, Amigos da Ciclovia, Unidos do Barro Vermelho, Fora de Casa e Bem Amado.

3 – Grupo de Acesso – Atual Grupo A – Garra de Ouro, Galo de Ouro, Balanço do Fonseca, Mocidade Independente de Icaraí e Bafo do Tigre.

Dia 28 – Terça-feira, a partir das 18h

1 – Grupo de Acesso – Atual Grupo A – Unidos do Sacramento, Cacique da São José, Magnólia Brasil, Exp. da Ilha da Conceição e Tá Mole Mas é Meu.

2 – Grupo Principal – Combinado do Amor, Sabiá, Souza Soares, Grupo dos XV, Unidos da Região Oceânica, Alegria da Zona Norte, Império de Arariboia e Folia do Viradouro.

A festa de Carnaval em Niterói é realizada pela Prefeitura de Niterói, através da Neltur – Niterói Empresa de Lazer e Turismo, com apoio da Polícia Militar, Guarda Municipal, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Clin, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria de Ordem Pública – SEOP – e NitTrans.

Fonte: O Fluminense



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Definido calendário para entrega de obras em Niterói



O prefeito Rodrigo Neves reuniu na manhã desta segunda-feira os secretários, coordenadores e presidentes de autarquias. Foto: Leonardo Simplício / Prefeitura de Niterói / Divulgação



Prefeito se reuniu com secretários, coordenadores e presidentes de autarquias para definição de datas

O prefeito Rodrigo Neves se reuniu na manhã desta segunda-feira (20) com secretários, coordenadores e presidentes de autarquias para monitorar o cumprimento das metas do Plano de 100 dias e estabeleceu um calendário de entregas para a cidade. Entre as obras que serão inauguradas se destacam a conclusão da contenção da encosta da Rua Martins Torres, em Santa Rosa, no dia 6 de março, do bicicletário da Praça Arariboia, no Centro, no dia 15 de março, e do módulo do Programa Médico de Família na Ponta da Areia, no dia 27 de março.

“As medidas de resiliência aplicadas em novembro do ano passado foram essenciais para iniciarmos esse ano à frente da crise, realizando tantas inaugurações importantes nos meses de março e abril. Nas primeiras semanas deste novo mandato, 35% das metas do Plano de 100 dias já foram cumpridas. É nesse ritmo vamos enfrentar esse cenário adverso”, explicou o prefeito, mencionando que o planejamento foi essencial para permitir que a Prefeitura assumisse equipamentos e serviços de responsabilidade do Estado que são considerados prioritários, como o sistema de alerta e alarme por sirenes, a Biblioteca Parque e o Restaurante Cidadão.

As entregas anunciadas no segundo Encontro de Gestores de 2017 incluem a conclusão da contenção da encosta da Rua Martins Torres, em Santa Rosa, que precisou de trabalhos extensos após o deslizamento de uma pedra de 25 toneladas em março de 2015; a abertura do bicicletário da Praça Arariboia, que terá capacidade para 424 vagas; e a inauguração do módulo do Programa Médico de Família na Ponta da Areia, que dá sequência ao projeto de ampliação da atenção básica.

A praça Bety Orsini, no Centro, será inaugurada no dia 7 de março, e a Policlínica Regional Doutor João da Silva Vizella, no Barreto, no dia 10 de abril. O projeto Prefeitura Presente também terá entregas de espaços de lazer no Maceió (18/3), Vale Feliz e Jurujuba (25/3).

O prefeito vai acompanhar também o primeiro dia de atividades da Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Professora Regina Leite Garcia, na Rua Teixeira de Freitas, no Fonseca, no dia 6. A escola atenderá 160 crianças com idades entre 2 e 5 anos, em horário integral.

Todas as entregas fazem parte do Plano de 100 dias, um programa com metas que nortearão o primeiro trimestre da gestão municipal com o objetivo de manter a saúde financeira e aplicar de maneira correta os recursos do Município.

Na reunião, os secretários apresentaram o andamento de suas metas, que foram estabelecidas em janeiro. Os próximos passos serão reuniões de cada setor na Secretaria de Planejamento, Modernização da Gestão e Controle de Niterói (Seplag) e a consolidação do planejamento anual de 2017.

Fonte: O Fluminense 







NITERÓI DE BICICLETA: Bicicletário da Praça Arariboia pronto em março



Ciclistas poderão estacionar as bicicletas gratuitamente e ainda vão dispor de segurança 24h e área de apoio e descanso. Leonardo Simplício/ Divulgação Prefeitura de Niterói



Serão 424 vagas - 136 horizontais e 288 verticais - para estacionar gratuitamente na Estação da Praça Arariboia

O bicicletário da Praça Arariboia ficará pronto na segunda quinzena de março. Os ciclistas contarão com 424 vagas – 136 horizontais e 288 verticais - para estacionar biclicletas gratuitamente. Será necessário um cadastro para usar o espaço, que poderá ser feito até o final de março.


Além da área para as bicicletas, o local terá segurança 24 horas, recepção, bebedouro, área de descanso, espaço para manutenção básica e bombas de ar, ocupando uma área de total de 478 metros quadrados aproximadamente. O investimento é de R$ 852.598,79.

A construção do estacionamento de bicicletas está inserida no conjunto de iniciativas do programa Niterói de Bicicleta, que tem como finalidade encontrar espaços para a bicicleta no cotidiano da cidade. O bicicletário irá atender usuários das barcas, do Terminal Rodoviário João Goulart e pessoas que trabalham ou visitam o centro da cidade.

Duas vertentes – O secretário-executivo da Prefeitura de Niterói, Axel Grael explica que o programa tem duas vertentes importantes: a implantação de ciclovias e ciclofaixas, e dar aos ciclistas opções de locais para estacionar as bikes.

“O bicicletário da Praça Arariboia será um grande estímulo para as pessoas usarem bicicleta. É bastante estratégico não só para quem faz a travessia da Baía de Guanabara de barcas, mas também para quem vem trabalhar no centro de Niterói. Além do Centro, temos a previsão de implantação de outros três grandes bicicletários na TransOceânica: no terminal do Engenho do Mato, próximo ao shopping Multicenter, e em Charitas”, afirmou.


Fonte: O Fluminense








segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Operação Icaraí: Prefeitura de Niterói volta a ouvir moradores nesta quinta-feira (23)




CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL DA MOBILIDADE DE NITERÓI - CCO MOBILIDADE: Nova tecnologia para a sinalização semafórica e informação aos motoristas está sendo implantado pela Prefeitura de Niterói.


20/02/2017 - A Prefeitura de Niterói promoverá, nesta quinta-feira (23), mais uma reunião com moradores de Icaraí para discutir melhorias para o trânsito do bairro. Seguindo as sugestões apresentadas no primeiro encontro, em janeiro, a Secretaria Municipal de Urbanismo decidiu que não haverá mudança no itinerário dos ônibus. A Rua Lopes Trovão não receberá fluxo de coletivos, mas ganhará uma faixa exclusiva para os ciclistas. A próxima reunião será na Escola Municipal Júlia Cortines, que fica no Campo de São Bento, às 19h.
 
Além de mudanças viárias, a operação inclui a recuperação de vias no bairro. Atualmente a Rua Lopes Trovão passa por obras de recapeamento, que são realizadas durante a noite para minimizar o impacto no tráfego. As ruas Geraldo Martins e Tenente Mesquita são as próximas a serem beneficiadas. Os trabalhos já foram concluídos na Mem de Sá, Álvares de Azevedo, Presidente Backer, Castilho França, General Pereira da Silva, Santos Dumont, Mario Alves, Dom Bosco e Mariz e Barros.

O bairro também terá, até o fim do mês, um Centro de Tráfego de Área (CTA) com 42 sinais de trânsito modernizados, sendo 13 inteligentes. Os novos semáforos serão equipados com no-breaks e poderão funcionar por até oito horas mesmo com corte no fornecimento de energia. Quatro destes equipamentos inteligentes já foram instalados em vias estratégicas para o bairro e possuem câmeras que fazem a contagem dos veículos que passam pelas vias. Operadores poderão prolongar o tempo de sinal aberto, dando mais agilidade ao tráfego de acordo com a necessidade.

Para dar ainda mais fluidez ao trânsito, vagas de estacionamento darão lugar a recuos para ônibus, para que ao embarcar e desembarcar passageiros, o coletivo não interrompa o tráfego. O bairro terá 32 agentes de trânsito se deslocando a pé, em uma moto patrulha e em um carro. A Secretaria de Urbanismo e Mobilidade Urbana está elaborando um projeto para a escavação de um túnel de 150 metros ligando as ruas Cinco de Julho (a partir da esquina com a Gavião Peixoto) e Oswaldo Cruz.

Ciclistas – Os ciclistas terão uma faixa exclusiva na Lopes Trovão, ligando a Praia de Icaraí à Avenida Roberto Silveira. Serão instalados 150 pontos para estacionamento de bicicletas até o final de março. O Programa Niterói de Bicicleta está realizando uma enquete para coletar sugestões de localização para os equipamentos.

Fonte: Prefeitura de Niterói








Saneamento melhora, mas metade dos brasileiros segue sem esgoto no país



Dados mais recentes disponibilizados mostram cobertura de 83,3% de água e 50,3% de esgoto no país (Foto: Editoria de Arte/G1)


Lei do Saneamento Básico completa 10 anos em 2017. Acesso à coleta de esgoto passou de 42% para 50,3%; já o de abastecimento de água passou de 80,9% para 83,3%.

Por Clara Velasco, G1, São Paulo

Dez anos após a Lei do Saneamento Básico entrar em vigor no Brasil, metade da população do país continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário. Segundo os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados em janeiro deste ano e referentes a 2015, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto, o que significa que mais de 100 milhões de pessoas utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios.

Em 2007, quando a lei 11.445 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 42% da população era atendida por redes de esgoto. Até 2015, o índice aumentou 8,3 pontos percentuais, o que corresponde a menos de um ponto percentual por ano. Quanto ao abastecimento de água, apesar de a abrangência ser bem superior à de esgoto, a evolução foi ainda mais lenta: passou de 80,9% em 2007 para 83,3% em 2015, um aumento de apenas 2,4 pontos percentuais. Já o índice de esgoto tratado passou de 32,5% para 42,7%.

Em algumas regiões do país, como a Norte, a situação é ainda mais grave: 49% da população é atendida por abastecimento de água, e apenas 7,4%, por esgoto. O pior estado – da região e do país – é o Amapá, com 34% e 3,8%, respectivamente. Já o melhor estado é São Paulo, com 95,6% de cobertura em água e 88,4% em esgoto. O Distrito Federal também tem taxas altas: 99% e 84,5%. Um mesmo estado, porém, pode ter cidades com índices muito elevados e muito baixos, algumas com serviços privatizados e outras, com públicos - por isso, é considerada a média de todos os municípios.

Os dados do SNIS utilizados pelo G1 são: "Índice de atendimento total de água" e "Índice de atendimento total de esgoto referido aos municípios atendidos com água". Os indicadores são os mesmos utilizados pelo Instituto Trata Brasil e são os recomendados pelo Ministério da Cidades para fazer as análises (Veja abaixo o ranking completo dos estados baseado nos dados)

Comparando a situação do saneamento básico no país entre 2007 e 2015:

- O total de brasileiros atendidos por abastecimento de água tratada passou de 80,9% para 83,3%
- A população atendida por coleta de esgoto passou de 42% para 50,3%
- O percentual de esgoto tratado foi de 32,5% para 42,7%
- A região Norte segue com os indicadores mais baixos do país (56,9% para cobertura de água, 8,7% para esgoto e 16,4% para esgoto tratado)
- A Sudeste continua como a região com a melhor situação: 91,2% (água), 77,2% (esgoto) e 47,4% (tratamento de esgoto)

“No geral, o avanço foi muito pequeno no país. Dez anos para conseguir passar da metade da população em esgoto é muito pouco. Não dá para continuar nesse ritmo. Estamos falando de uma agenda do século 19, de discussões de países desenvolvidos do século 19”, afirma Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.

Segundo ele, a falta de saneamento adequado traz não apenas problemas sociais ao país, mas também ambientais, financeiros e de saúde, já que é um fator importante na disseminação de doenças. “O saneamento é a estrutura que mais benefícios traz para a população. O ‘básico’ do nome não está ali à toa, é a estrutura mais elementar e a mais relevante." Por isso, a questão da melhora dos índices e da própria universalização se torna tão urgente na pauta do país, afirma.

O Ministério das Cidades diz que os grandes déficits históricos vêm sendo combatidos, e a complexidade de grande parte das obras e o seu tempo médio de duração ainda não permitem que todos os benefícios esperados sejam sentidos de imediato pela população, nem refletidos ainda de modo mais significativo pelos índices como os informados no SNIS. "Deve-se ressaltar que o saneamento básico é uma área que ainda tem grandes desafios a vencer, mas está recebendo uma grande priorização por parte do governo federal. Há um grande esforço para a continuidade dos investimentos no setor, apesar do momento de restrições orçamentárias pelo qual ainda passa o país e um empenho especial aos aprimoramentos necessários ao emprego eficiente dos recursos", afirma, em nota.

Sobre a discrepância dos índices entre as regiões, o ministério diz que "um dos grandes desafios da política pública brasileira é exatamente vencer a barreira das desigualdades sociais, assegurando, no caso do setor saneamento, o direito humano fundamental à água e esgotos, preconizado em resolução da ONU, em que o Brasil é signatário".


São Paulo e Distrito Federal lideram a lista; Amapá é o estado com os piores índices (Foto: Editoria de Arte/G1)


Em busca da universalização


A Lei do Saneamento Básico prevê a universalização dos serviços de abastecimento de água e de tratamento da rede de esgoto no país, tendo como um dos principais pilares a elaboração de um plano municipal do setor para cada cidade. Além disso, a lei estabeleceu regras básicas para o setor ao definir as competências do governo federal, dos estados e dos municípios para os serviços, bem como a regulamentação e a participação de empresas privadas. Por conta disso, a expectativa era que o setor ia crescer exponencialmente após a lei.

O Ministério das Cidades diz que os planos municipais de saneamento básico são importantes porque constituem instrumentos que visam diagnosticar a situação local existente e estabelecer prioridades para investimentos e ações no curto, médio e longo prazos. "Trata-se de uma relevante ferramenta de gestão para a boa aplicação de recursos e para o controle social, o que beneficia diretamente a população local. Ter o plano será condição para o acesso a recursos federais na área de saneamento a partir de 2018."

Édisn Carlos afirma, no entanto, que "o problema começou com a baixa compreensão dos municípios pela obrigatoriedade da lei". "O nível de adesão tem sido muito baixo, e não só pela falta de vontade, mas pelo despreparo das cidades. Fazer um plano exige capacidade técnica, algo que muitas cidades do país, principalmente as pequenas, não têm.”

Segundo suas estimativas, nem metade das cidades do Brasil tem um plano. Por conta das dificuldades, os prazos estabelecidos para as prefeituras elaborarem o plano foram prorrogados diversas vezes, passando de 2013 para 2015 e, posteriormente, para 2017.

Édison Carlos destaca também a situação das agências reguladoras do país como um dos pontos de entrave da lei. “A questão é muito aberta, pois cada prefeitura pode trabalhar para ter uma agência reguladora no seu município. É uma possibilidade ampla, mas, do ponto de vista do Brasil, é uma loucura poder ter 5.570 agências [o número total de cidades no país]”, afirma.

“Hoje, temos uma mistura muito grande de agências municipais, intermunicipais, estaduais e por consórcio. Imagina isso para uma empresa que presta o serviço de saneamento em várias cidades, como a Sabesp, que atende mais de 300 municípios em São Paulo. Como você é regulado por diversas agências com regras diferentes para a mesma coisa?”


Amapá é o estado com os indicadores de saneamento mais baixos do país (Foto: Abinoan Santiago/G1)


Plano Nacional de Saneamento


Em paralelo com a Lei do Saneamento Básico, um plano nacional foi elaborado e lançado em 2014 pelo governo federal para servir de base para o setor. O plano estabelece metas de curto, médio e longo prazo com base em indicadores de água, esgoto, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais e gestão dos serviços de saneamento. Há metas de universalização dos serviços, de diminuição dos índices de desperdício de água, de erradicação de lixões, entre outros.
Segundo o plano, o custo para universalizar os quatro serviços (água, esgoto, resíduos e drenagem) é de R$ 508 bilhões entre 2014 e 2033. Já para a universalização de água e esgoto, o custo será de R$ 303 bilhões. De acordo com Édison Carlos, porém, bastou um ano após a edição do plano para que os cenários estabelecidos nas metas ficassem obsoletos por causa dos diferentes índices previstos de inflação e de crescimento do PIB. Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que, com o ritmo atual de investimentos, o Brasil apenas conseguirá universalizar o atendimento de água em 2043, e de esgoto, em 2054.

“Os indicadores mostram que o avanço está muito abaixo do que o Brasil precisa. Você pega o avanço de menos de 1 ponto percentual ao ano com coleta de esgoto, por exemplo. Muito baixo”, diz Édison Carlos. Diante da situação, ele afirma que o que tem que ser discutido é: o que dá para fazer para ir além da Lei do Saneamento, já que ela não conseguiu alavancar o setor o suficiente sozinha?
A resposta é difícil, mas, segundo ele, o caminho das pedras começa com mais recursos para a área de saneamento. “O governo federal precisa garantir mais recursos e diminuir a burocracia. Os estados precisam zelar pelas empresas, mas zelando mesmo, não transformando esses locais em cabide de emprego de amigo. Zelar por transparência, pois não dá para pensar em universalizar os serviços sem pensar em melhorar as empresas e as agências reguladoras”, afirma. “Não dá para esperar até 2054 para melhorar a situação. É incabível.”


Com cobertura mínima, Macapá tem esgoto a céu aberto nas ruas (Foto: Abinoan Santiago/G1)


O Ministério das Cidades diz que a implementação do Plano Nacional de Saneamento Básico, resultante de uma mobilização dos principais atores do setor saneamento, "é o caminho seguro para se alcançar as metas estabelecidas". "Lembrando que o plano foi aprovado em 2013, com horizonte de 20 anos e previsão de revisão a cada quatro anos. A questão tanto da coleta quanto do tratamento de esgoto está sendo priorizada pelo governo federal, e nenhum projeto é considerado com funcionalidade se não houver previsão de tratamento do esgoto coletado. Deve-se ressaltar ainda o esforço de boa parte dos demais entes federados e dos prestadores de serviços de saneamento."

Fonte: G1 



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domingo, 19 de fevereiro de 2017

RANKING DO SANEAMENTO: Brasil perde quase 40% da água tratada com vazamentos e fraudes, aponta estudo



Por Clara Velasco, G1, São Paulo

Índice das grandes cidades, que deviam ser os melhores do país, segundo o Instituto Trata Brasil, é semelhante ao nacional. Ranking avalia desempenho dos 100 maiores municípios do país.

Comparação do Brasil com as 100 maiores cidades do país (Foto: Editoria de Arte/ G1)


Quase 40% da água tratada no país é perdida por causa de vazamentos nas tubulações, ligações clandestinas e erros de medição. É o que aponta um estudo do Instituto Trata Brasil obtido pelo G1. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (SNIS) de 2015, que são os mais recentes e foram divulgados em janeiro deste ano, o índice nacional de perda de água na distribuição é de 36,7%. Em 2011, era de 38,8% – o que significa uma evolução muito lenta para diminuir o desperdício no país, de apenas 2,1 pontos percentuais em quatro anos.

O estudo do Trata Brasil destaca ainda o desempenho das 100 maiores cidades do país em comparação com a média nacional. Segundo Édison Carlos, presidente do instituto, estas cidades deviam puxar o crescimento do país, já que têm estruturas públicas e privadas mais bem desenvolvidas e porque abrangem cerca de 40% da população do Brasil. As diferenças entre os índices nacionais e os dessas cidades, porém, são poucas. O índice de perda de água é de 37,8%, contra os 36,7% nacionais, e a melhora entre 2011 e 2015 foi semelhante – 2 pontos percentuais.

“São grandes aglomerados com capacidade de investimento, de fazer projetos, com corpo de engenharia, estão esperávamos que estas 100 cidades fossem a locomotiva do país. Os números, porém, mostram que não, que nem as capitais estão conseguindo fazer o papel de melhorar mais rapidamente os indicadores de água e esgoto”, afirma Édison Carlos. “Se essas cidades não estão conseguindo, imagina os municípios menores, que têm piores estruturas.”

O único índice que avançou muito mais nas grandes cidades que no restante do país foi o de coleta de esgoto. A cobertura nacional é de apenas 50,3% da população – o que significa que mais de 100 milhões de pessoas utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos, seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios. Já nas 100 maiores cidades, a cobertura é de 71,1%.

Segundo Édison, isso acontece por conta da grande concentração da população nas grandes cidades, já que uma única rede de esgoto construída atende um número elevado de pessoas e, consequentemente, causa aumentos significativos nos indicadores. Isso é diferente do que acontece no resto do país, pois uma rede vai atender apenas uma pequena quantidade de pessoas em uma cidade pequena.

O presidente do Trata Brasil cita o caso de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, que passou de 5% em 2008 para 100% em 2015 no tratamento de esgoto principalmente por causa da construção e do funcionamento de uma estação. “Os esforços feitos nessas grandes cidades elevam os indicadores de uma forma mais rápida. É um ponto positivo, mas ainda é pequeno para o problema do saneamento do país”, afirma.

Apesar disso, segundo o estudo, o pior indicador de cobertura entre as maiores cidades é o de tratamento de esgoto. Apenas 21% dessas cidades tratam mais de 80% de seu esgoto. Outros 21% tratam menos de 20%. Além de São José do Rio Preto, apenas 5 das 100 cidades reportaram tratar todo o esgoto – Campina Grande (PB), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Niterói (RJ) e Piracicaba (SP). Já quatro não tratam nada: São João do Meriti (RJ), Santarém (PA), Governador Valadares (MG) e Porto velho (RO).


Além de São José do Rio Preto, apenas 5 das 100 cidades reportaram tratar todo o esgoto – Campina Grande (PB), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Niterói (RJ) e Piracicaba (SP).


Desperdício de água pode ser causado por vazamento nas tubulações, mas também por fraudes (Foto: Murilo Rincon/G1)

Investimentos e perda no faturamento


Édison Carlos afirma que, além do desperdício que o índice de perdas nas distribuições de água tratada representa, é importante destacar o que as cidades deixam de arrecadar com essas perdas.
O índice de perdas de faturamento total, que estima o quanto da água potável produzida não foi faturada, é de 41,3% para as grandes cidades. Em cidades como Santo André (SP) e Vitória da Conquista (BA), os percentuais ficam abaixo de 10%, mas os números podem se elevar de forma alarmante, como no caso de Manaus, em que 73,1% da água não é cobrada.

“É um absurdo, é impossível fazer investimentos no setor de saneamento com perda financeira na ordem de 70%. E são volumes gigantescos de água que se perdem”, afirma Édison Carlos. “O que se espera não é fácil, pois trocar redes com a capital inteira funcionando não é simples. Tem que paralisar rua. São quilômetros e quilômetros de tubulações para serem trocadas, mas tem que fazer, porque, se não fizer, não vai ter recurso para investir no sistema.”

O problema da perda de faturamento se junta ao da baixa arrecadação de saneamento que, de fato, volta como melhorias e investimentos. Das 100 grandes cidades analisadas no estudo, 70 investiram menos de 30% da arrecadação. “O dinheiro foi para a empresa, para a prefeitura, para pagar os funcionários, não para o sistema de saneamento. É muito sintomático, pois o que arrecada tem que ser também reinvestido no próprio sistema. Não está havendo uma preocupação com a ampliação das redes de saneamento.”

Ranking do saneamento


O estudo também faz um ranking das 100 maiores cidades do país baseado nos diversos indicadores de saneamento básico, como acesso ao abastecimento de água e à coleta de esgoto, o percentual do esgoto tratado e investimentos e arrecadação no setor. Veja a lista abaixo.

1º - Franca (SP)
2º - Uberlândia (MG)
3º - São José dos Campos (SP)
4º - Santos (SP)
5º - Maringá (PR)
6º - Limeira (SP)
7º - Ponta Grossa (PR)
8º - Cascavel (PR)
9º - Londrina (PR)
10º - Vitória da Conquista (BA)
11º - Curitiba (PR)
12º - Suzano (SP)
13º - Uberaba (MG)
14º - Taubaté (SP)
15º - Jundiaí (SP)
16º - Piracicaba (SP)
17º - Campinas (SP)
18º - Campina Grande (PB)
19º - Niterói (RJ)
20º - São Paulo (SP)
21º - Mauá (SP)
22º - Ribeirão Preto (SP)
23º - São José do Rio Preto (SP)
24º - Porto Alegre (RS)
25º - Goiânia (GO)
26º - Campo Grande (MS)
27º - Sorocaba (SP)
28º - Brasília (DF)
29º - Mogi das Cruzes (SP)
30º - Foz do Iguaçu (PR)
31º - Belo Horizonte (MG)
32º - Praia Grande (SP)
33º - Santo André (SP)
34º - Campos dos Goytacazes (RJ)
35º - Petrolina (PE)
36º - Petrópolis (RJ)
37º - Caxias do Sul (RJ)
38º - São Bernardo do Campo (SP)
39º - Vitória (ES)
40º - Montes Claros (MG)
41º - Volta Redonda (RJ)
42º - João pessoa (PB)
43º - Diadema (SP)
44º - Contagem (MG)
45º - Salvador (BA)
46º - São José dos Pinhais (PR)
47º -Carapicuíba (SP)
48º -Juiz de Fora (MG)
49º - Florianópolis (SC)
50º - Boa Vista (RR)
51º - Betim (MG)
52º - Osasco (SP)
53º - Guarulhos (SP)
54º - Ribeirão das Neves (MG)
55º - Feira de Santana (BA)
56º - Rio de Janeiro (RJ)
57º - Serra (ES)
58º - Governador Valadares (MG)
59º - São Vicente (SP)
60º - Guarujá (SP)
61º - Anápolis (GO)
62º - Santa Maria (RS)
63º - Caruaru (PE)
64º - Aracaju (SE)
65º - Blumenau (SC)
66º - Bauru (SP)
67º - Cuiabá (MT)
68º - Mossoró (RN)
69º - Itaquaquecetuba (SP)
70º - Fortaleza (CE)
71º - Pelotas (RS)
72º - Vila Velha (ES)
73º - Joinville (SC)
74º - Rio Branco (AC)
75º - Recife (PE)
76º - Natal (RN)
77º - Aparecida de Goiânia (GO)
78º - Paulista (PE)
79º - São Luís (MA)
80º - Caucaia (CE)
81º - Olinda (PE)
82º - São João de Meriti (RJ)
83º - Belford Roxo (RJ)
84º - Canoas (RS)
85º - Cariacica (ES)
86º - São Gonçalo (RJ)
87º -Maceió (AL)
88º - Teresina (PI)
89º - Juazeiro do Norte (CE)
90º - Belém (PA)
91º - Duque de Caxias (RJ)
92º - Nova Iguaçu (RJ)
93º - Várzea Grande (MT)
94º - Gravataí (RS)
94º - Manaus (AM)
96º - Macapá (AP)
97º - Porto velho (RO)
98º - Santarém (PA)
99º - Jaboatão dos Guararapes (PE)
100º - Ananindeua (PA


Fonte: G1



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DEFESA CIVIL - QUEIMADA É CRIME: Alerta de elevado risco de incêndios em vegetação



Mapa do Risco de Incêndio em Vegetação (CPTEC). Veja que uma boa parte da cidade de Niterói encontra-se em condição de alto risco ou em situação crítica para incêndio em vegetação. 


Provocar incêndios em vegetação ou lixo é crime ambiental.

O presente verão tem sido até aqui muito mais seco do que o esperado, principalmente em Niterói, que tem tido uma precipitação muito abaixo até mesmo dos municípios vizinhos.

Conforme a Defesa Civil de Niterói tem alertado, a cidade encontra-se a situação de vulnerabilidade crítica aos incêndios em vegetação e o risco vem aumentando a cada dia sem chuvas.

O mapa acima, publicado pelo CPTEC, registra o Risco de Fogo no estado do Rio de Janeiro e arredores. Vale notar que há uma faixa considerada crítica para incêndios que inicia-se em Niterói e se estende para a Região dos Lagos e Norte do estado.

Segundo o informe do Centro de Monitoramento e Operações da Defesa Civil de Niterói, nos próximos dias as temperaturas permanecerão elevadas e a umidade relativa do ar poderá apresentar valores ligeiramente baixos (...) Essas condições são fatores que influenciam para o 🔥ALTO RISCO DE PROPAGAÇÃO DE FOGO EM VEGETAÇÃO 🔥no município. Não faça fogo em lixo pois, além de ser crime ambiental, você estará expondo a risco a saúde da sua família e dos seus vizinhos, além de ameaçar as áreas verdes de nossa cidade.

O mapa abaixo, publicado pelo CPTEC, indica o número mensal de focos de incêndio em vegetação no estado do Rio de Janeiro de 1998 a 2017 e permite verificar o quanto tem aumentado a quantidade de queimadas.


Verifique no quadro acima (dados CPTEC), que registra o número de focos de queimadas no estado do Rio de Janeiro, como a quantidade de incêndios em vegetação tem aumentado dramaticamente ao longo dos últimos anos.


Preocupado com o problema, a Prefeitura de Niterói estruturou o Programa Niterói Contra as Queimadas, para prevenir e combater os incêndios em vegetação na cidade, principal causa de perda de ecossistemas naturais.

A Prefeitura de Niterói tem feito um grande esforço para implantar parques nas encostas e outras áreas vulneráveis de Niterói, de forma a proteger a população contra riscos geotécnicos (deslizamento de encostas) e inundações. Além disso, a Prefeitura tem implantado um sistema de proteção composto por redes de pluviômetros, sirenes e núcleos de voluntários para o apoio à Defesa Civil.

Todo esse trabalho pode ser inócuo, se a prática de queimadas continuar em Niterói.

AJUDE A PREVENIR INCÊNDIOS E DENUNCIE A SOLTURA DE BALÕES, QUEIMA DE LIXO e outros danos à vegetação através dos seguintes números:

199: DEFESA CIVIL DE NITERÓI
153: CISP (Centro Integrado de Segurança Pública - Prefeitura de Niterói).

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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