segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Eólicas avançam rapidamente mar adentro: oportunidade e conflitos


A matéria abaixo refere-se ao rápido crescimento da opção de geração de energia eólica no mar. A solução é considerada atraente por não gerar conflitos com os demais usos das terras litorâneas, cujas prioridades são para o uso urbano, atividades rurais, turismo, conservação, etc. Principalmente na Europa, onde a densidade populacional está entre as mais altas do mundo.
 
Mesmo considerada uma forma limpa de energia e uma grande aposta para a transição para um mundo livre da dependência das fontes fósseis, a eólica também tem os seus problemas e os seus conflitos. Em terra, a presença dos geradores eólicos tem sofrido críticas até de ambientalistas e, no mar, os conflitos também são crescentes.
 
 
A verdade é que não há alternativa totalmente imune de impactos e de conflitos. As críticas ao nuclear, às termelétricas a carvão ou mesmo a gás, às hidrelétricas, etc, são bem conhecidas. As tentativas de produção de energia em grandes plantas fotovoltáicas também tem causado preocupação devido à reflexão de calor e de luz, que alteram o microclima local, ocupam espaço e causam outros impactos ambientais e paisagísticos.
 
Portanto, entende-se que a solução para o futuro está na opção pelas alternativas menos poluentes e pela adoção de uma matriz mais diversificada possível. Também, já que todas as alternativas têm os seus pecados, há que se pensar na eficiência energética. Ou seja, já que os impactos são inevitáveis, que sejam minimizados e que se gere o máximo de benefício da energia gerada.
 
Nessa equação, há que se pensar também que a geração deverá estar o mais perto possível do local do consumo, para evitar as perdas e os problemas gerados na transmissão da energia. Logo, que sejam várias formas de gerar energia, perto dos consumidores (áreas urbanas, indústrias, etc) e que se evite o desperdício.
 
Uma solução que tem sido buscada dentro dessa lógica é que cada edificação gere - pelo menos em parte - a energia que consome. Nesse caso, que as alternativas (solar, eólica, etc) ganham destaque.
 
Há muito o que se pensar e a se estudar. Enfim... Não há solução simples.
 
Axel Grael
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Europa instaló 365 aerogeneradores en el mar durante 2012

Estas 293 turbinas instaladas el pasado año generan 1.165 megawatios, lo que representa un incremento del 33 por ciento respecto a las instalaciones de 2011, que tenían una potencia de 874 megawatios.

Europa instaló y conectó a la red un total de 293 turbinas de viento en el mar en 2012, es decir más de una al día. En total, se han instalado un total de 1.662 aerogeneradores en el mar en 61 granjas eólicas en 10 países, según datos de la Asociación Europea de Energía Eólica (EWEA, por sus siglas en inglés).

Estas 293 turbinas instaladas el pasado año generan 1.165 megawatios, lo que representa un incremento del 33 por ciento respecto a las instalaciones de 2011, que tenían una potencia de 874 megawatios. En total, la capacidad eólica instalada en el mar asciende a 4.995 megawatios.

Por países, Reino Unido se mantiene como el líder, con cerca de un 60 por ciento de la capacidad instalada de energía eólica en el mar. Le sigue Dinamarca (18%); Bélgica (8%) y Alemania (6%).
Para el director de la EWEA, Justin Wilkes, la energía eólica en el mar está creciendo de forma "sólida", pero esta solidez no se corresponde con el hecho de que la industria ha sido "golpeada por la inestabilidad política y regulatoria, por la crisis económica y por el alto coste de capital y la austeridad".

Además, Wilkes ha subrayado que Europa es líder mundial en energía eólica marina, que podría crear incluso más empleo si los gobiernos dieran mayor certeza en sus políticas a los inversores y resolvieran los problemas de conexión.

Las turbinas instaladas en 2012 representan inversiones de 4.000 millones de euros en granjas eólicas. Las perspectivas para 2013 y 2014 son positivas, con 14 proyectos en construcción, que provocarán un incremento de la capacidad instalada para otros 3.300 megawatios y que darán una capacidad total en esta tecnología a Europa de 8.300 megawatios.

Fonte: ECOticias

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