quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Estudo mostra que cidade do Rio terá um carro para cada dois habitantes até o ano de 2020


Engarrafamento de ônibus na alça de descida da Ponte: passageiros preferem fazer o trajeto a pé - 28/06/2014 - Gabriel de Paiva / Agência O Globo


Transporte urbano será um dos principais temas do terceiro bloco do TEDxRio “Metrópole”

Fátima Freitas

RIO - Mobilidade, saneamento e sustentabilidade são alguns problemas que a cidade do Rio enfrenta na atualidade. O terceiro bloco de palestras do TEDxRio "Metrópole", o "Estação Desafio", terá como objetivo debater esses obstáculos presentes no dia a dia de todos. Transporte urbano será o grande destaque em pauta.

— O que precisamos é de soluções sistêmicas, pontuais não resolvem — diz um dos organizadores do evento, Marco Andrade Brandão.
"Cidades como Niterói, Campos, Duque de Caxias e Nova Iguaçu também contribuem bastante para o crescimento do número de automóveis nas ruas".


De acordo com uma pesquisa coordenada pelo professor Paulo Cezar Ribeiro, do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe, a estimativa é de que a frota de aproximadamente 2 milhões e 200 mil de automóveis que circulam hoje na cidade ultrapasse os 3 milhões até 2020. Isso quer dizer que, entre 2016 e 2020, o município do Rio de Janeiro deverá ter cerca de 500 automóveis para cada mil habitantes. Ou seja, previsão de um carro para cada dois moradores.

— As cidades precisam se preparar urgentemente para lidar com esse aumento. É necessário proporcionar ao usuário um sistema público de transporte eficiente, capaz de desestimular o uso do transporte individual — recomenda Ribeiro.

O professar ressalta que o aumento da frota de carros não é limitado à capital. Cidades como Niterói, Campos, Duque de Caxias e Nova Iguaçu também contribuem bastante para o crescimento do número de automóveis nas ruas. Segundo ele, a estimativa é de que a taxa de motorização no estado do Rio seja equivalente à de países desenvolvidos, como Alemanha, França e Inglaterra.

— A diferença é que nesses países desenvolvidos a população usa o carro basicamente para lazer. No dia a dia, utilizam o transporte público, que funciona muito bem — argumenta o professor.

Fonte: O Globo


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