quarta-feira, 26 de setembro de 2012

[Rodrigo Neves 13] Niterói diz NÃO ao abandono. Vote na solução.



NITERÓI DIZ NÃO


Rodrigo Neves situa o cenário que hoje se apresenta ao eleitor: ou continuar com o abandono e o descaso que marcam a atual prefeitura, ou dizer não a tudo isso e transformar Niterói. Niteroienses relatam os transtornos que as obras inacabadas do Mergulhão trazem às suas vidas. Rodrigo se compromete a resolver esse problema e expõe seus planos para melhorar o trânsito. Na Teixeira de Freitas, Rodrigo Neves conversa com quem não tem acesso ao Médico de Família. Durante a visita, escuta queixas sobre a precariedade geral das unidades e serviços de saúde da cidade, problema cuja solução é prioridade de Rodrigo.

RODRIGO NEVES É 13!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

PARNIT: Um pouco da história da Casa da Princesa, no Preventório, que terá um Centro de Convivência para Idosos.



Hospital Paula Cândido, Jurujuba, Niterói. 1913.
Fonte: Chrysostomo e Vidal, "Do depósito à hospedaria de imigrantes"

CASA DA PRINCESA SERÁ UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS: Maquete da Casa da Princesa, indicando o resultado final das obras de reforma que estão sendo realizadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro pretende inaugurar no início de 2013 as obras de reforma de um importante patrimônio histórico de Niterói, que é a Casa da Princesa, localizado na Praia do Preventório. O imóvel que estava em ruínas, já foi a sede da fazenda que dominou toda a Enseada de Jurujuba e onde ficaram hospedados membros da nobreza, no Século XIX.

Para que a importância do lugar e a relevância da obra de restauração seja reconhecida, apresento, a seguir, trechos do livro:
Visconde de Taunay (1948): "MEMÓRIAS DO VISCONDE DE TAUNAY". Publicado pelo IPE - Instituto Progresso Editorial, São Paulo, SP. 649 p.
O livro é uma leitura deliciosa para quem ama a cidade de Niterói. Apresenta um relato detalhado da região e os costumes do povo simples que habitava os atuais bairros de São Francisco, Charitas e Preventório, além de Jurujuba.

Leia, a seguir, alguns trechos do livro:



1852: VISCONDE DE TAUNAY PASSOU TEMPORADA NA CASA DA PRINCESA, JURUJUBA:
 
  • O LOCAL: “Em meados de 1852, fomos passar boa temporada na Jurujuba, para lá da baía do Rio de Janeiro, por detrás do maciço rochoso da Fortaleza de Santa Cruz, um dos mais pitorescos locais da baía, que os tem tanto e tão variados. Habitávamos vasta casa abarracada e em parte ladrilhada, pertencente ao Governo e que meu pai ou alugou, ou ocupou gratuitamente, por algum tempo – não sei bem”.
  • A CASA E O CENÁRIO: “Tenho bem vivas as amenas perspectivas que se desfrutavam de diversos pontos da casa da Jurujuba, edificada no alto de suave outeiro, já sobre o grosso da povoaçãozinha à esquerda, já sobre a praia da frente, no nosso porto de desembarque, já sobre a praia da igreja, por onde se ia à praia de Fora, isto é, à orla do mar alto, fora da Barra. Ali costumava ir pescar com o Tomás e os filhos da Benedita, mulher do pescador Fortunato, que aos sábados, habitualmente, levava meu pai de manhã cedo à praia das Flexas, em São Domingos, tomando ele daí, a pé, rumo às barcas. Ia a São Cristóvão ter com o Imperador e juntos faziam leituras, quer de jornais de Europa, quer dos grandes clássicos”.
  • PERIGOS DA BAÍA DE GUANABARA: “A preocupação única era às tardes dos dias em que meu pai vinha ao Rio de Janeiro. Receávamos sempre temporal na travessia da baía, que se cortava exatamente em frente à barra. Ficávamos à janela sobressaltados e ansiosos até vermos o bote, em que costumava voltar dobrar a ponta do morro fronteira à casa e que entrava muito mar a dentro. Dali em diante não havia mais perigo possível, quando para lá o risco, muitas vezes corrido, era real e não pequeno”.
  • ARAÇÁS: “... minha Mãe, receosa sempre da agitação daquele mar, facilmente não nos dava licença de lá irmos. Quando tal acontecia, subíamos o morro fronteiro à casa pertencente à chácara de um Sr. Borges, onde abundavam excelentes araçás de coroa e goiabas, descíamos do outro lado e nos achávamos naquela praia (Obs: de Fora), mais enseada do que outra cousa, de branquíssimas areias”.
  • CONCHAS: “Outro divertimento era apanharmos conchas e por isto intituláramos praia das conchas, uma abrazinha dominada por cabana de esfarrapados pescadores e andrajosas mulheres, onde as havia comumente bem bonitas e não muito estragadas. (...) Certa vez, pessoas de minha família estenderam a pesquisa até Itaipu, pra lá da Praia de Fora, e dali trouxeram bonitos búzios e conchas univalvas bem interessantes, com o que fiquei em extremo pesaroso de não ter participado desemelhante passeio”.
  • BANHO DE MAR: “De manhã cedo o banho de mar, descendo todos nós a interminável sucessão de escadinhas de tijolos, ou então o bonito caminho lateral, que meu pai abrira para dispensar aquele incômodo meio de se chegar à praia. (...) Na praia da casa apanhávamos mamareis e baiacus cujo ventre, com apendicezinhos à maneira de espinhos, incha, mal sai o peixe fora d’água, imprestáveis para se comer e até venenosos”.

Faluas atracadas no Centro de Niterói. Foto da década de 1920.

EM FINS DE 1856 O AUTOR RETORNOU A JURUJUBA E CONTINUOU REGISTRANDO A SUA EXPERIÊNCIA

 
  • BELEZA DA VISTA - ICARAÍ E MONTANHAS: “... as belíssimas paisagens daquela localidade, tão próxima do Rio de Janeiro e contudo, tão pouco apreciada e até conhecida. Estende-se bem defronte da Praia de Icaraí, metido nuns recessos de praias, a sopé das montanhas que, do outro lado, da baía findam na fortaleza de Santa Cruz. Tem pois vista sobre a Guanabara de um lado e, de outro, transposta uma fita de terra ou restinga, sobre o oceano desabrigado, o que lá se chama a praia de fora”.
  • PASSEIO AO PICO: “O passeio ao Alto do Pico, isto é, o cabeço a cavaleiro sobre Santa Cruz é penoso pela íngrime subida por entre o mato ralo, mas uma vez chegado lá em cima, tem o espectador a mais ampla compensação de todas as canseiras. A paisagem que dali desfrutam os olhos, embelezados na grandeza e variedade de tudo quanto abrangem, constitui, talvez, a mais formosa e estupenda perspectiva de todo o Rio de Janeiro, sem exceção da tão falada do Corcovado. A razão é simples. De lá se descortinam mais trechos da parte de fora da Barra e não se fica tão alto, acentuando-se melhor todas as particularidades, todas as minúcias encerradas naquele mágico horizonte”.
  • HOSPITAL: “Visitava-nos, de vez em quando, o Dr. Bento José da Costa, diretor do hospital dos doentes de febre amarela no saco da Jurujuba, isto entre o Morro do Cavalão e o lugar chamado Charita, corruptela da palavra Charitas”.
  • TRANSPORTE DE FALUA: “Saimos da Jurujuba (...) embarcando às duas da tarde, em grande falua (*) que, ainda com noite já feita navegava longe do porto do Rio e com algum perigo. Não foi, pois, sem satisfação que desembarcamos no cais Pharoux, sacudindo o sono em que vínhamos quase todos mergulhados”.
(*) FALUA é um tipo de embarcação à vela que era muito utilizada na Baía de Guanabara.


Axel Grael


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PARNIT - RECÉM CRIADO PARQUE MUNICIPAL DE NITERÓI PROTEGE REMANESCENTES DA EXUBERANTE FLORESTA DO MORRO DA VIRAÇÃO



A foto acima, que ilustra a presente postagem, mostra a beleza do casario e o vigor da vegetação que em 1913 ainda recobria a encosta do Morro da Viração, onde hoje está a comunidade do Preventório.

Após mais de um século de processo contínuo de degradação, o prefeito de Niterói Rodrigo Neves decretou, em 22/10/2014, a criação do Programa Niterói Mais Verde, que instituiu também o Parque Municipal de Niterói - PARNIT, juntamente com outras novas áreas protegidas para a cidade de Niterói.

O PARNIT abrange toda a área do Morro da Viração, registrada na foto. As áreas protegidas pelo referido decreto, somados às áreas já protegidas anteriormente pelo Parque Estadual da Serra da Tiririca - PESET, permitem que Niterói possa contar hoje com mais de 43% do seu território protegido por unidades de conservação.

E não pararemos por ai. Juntamente com o trabalho de desenvolvimento do Plano Urbanístico de Regional da região de Pendotiba, novas áreas protegidas serão criadas, expandindo ainda mais os instrumentos de proteção dos remanescentes de vegetação que já ostentaram no passado a riqueza e a exuberância demonstrada na belíssima foto.

Essa memória inspira o nosso trabalho.

Axel Grael


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SAIBA MAIS SOBRE O PARNIT
 
 
Mais informações sobre o PARNIT e o Niterói + Verde
 
 
Recursos previstos para a implantação do PARNIT:
 
 
 
 
  
 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Niterói diz NÃO - Faltam 13 dias para Niterói votar no 13 !!!







NITERÓI DIZ NÃO

Vocês estão insatisfeitos com a atual gestão de Niterói? Nós também estamos. Se junte ao coro dos que dizem NÃO aos problemas de Niterói e a incapacidade da prefeitura de administrá-los.

domingo, 23 de setembro de 2012

Parques em Niterói: Rodrigo e Grael lançam manifesto "Niterói Cidade Mais Verde e Sustentável"


Rodrigo Neves e Axel Grael durante o evento de lançamento do Programa de Gestão de Parques.

O candidato a prefeito pela coligação “Vamos, Niterói”, Rodrigo Neves, e o seu vice, Axel Grael, lançaram, na manhã desta sexta-feira (21 de setembro), Dia Mundial da árvore, o Programa de Gestão de Parques, na Fazendinha, no Sapê. Na localidade, conhecida como “Caixa D’Água”, foram plantadas 50 mudas com a participação dos candidatos, entre acácias, cedros, paus-ferros, urucuns e ipês amarelos. Na ocasião,

Rodrigo leu manifesto intitulado “Niterói – Cidade Mais Verde e Sustentável”.

Após o lançamento do Programa de Gestão de Parques, Rodrigo Neves e Axel Grael fizeram uma caminhada no bairro do Sapê, onde conversaram com moradores e ouviram as reivindicações das famílias, entre elas a implantação do programa Médico de Família, o que foi assegurado por Rodrigo, em caso de vitória nas eleições de outubro.

A atual administração da prefeitura, através do decreto “Bairro Modelo”, escolheu a “Fazendinha” para construir 5 mil moradias. A medida, além de desapropriar as famílias que moram há mais de 80 anos no local, desmataria uma área de cerca de 1 milhão e 300 mil hectares de mata atlântica. No lugar, moram cerca de 350 famílias e, no entorno, habitam cerca de 50 mil pessoas. Rodrigo Neves e Axel Grael se declararam contra a construção do bairro modelo.

“Esse modelo de construção de conjuntos com muitas unidades de moradia já não funciona no Brasil. O que queremos é criar pequenos condomínios, com poucas unidades, para abrigar moradores que foram desabrigados, mas próximo de onde esses moradores são oriundos”, disse Rodrigo Neves.

Para o morador Jorge Azevedo, 52 anos, nascido no local, próximo a uma escolinha de futebol, o atual governo não poderia tomar uma atitude nesse sentido, de forma arbitrária, sem antes ter ouvidor a comunidade. Já para o agrônomo José Geraldo, 57 anos, que mora na Fazendinha há 31, acredita no potencial ecológico da área. “Pendotiba não tem uma área de lazer. Onde as pessoas possam curtir a natureza,

caminhar, fazer trilhas. Aqui, a área já está praticamente pronta, o investimento seria muito pouco. Com o crescimento desorganizado que existe hoje em Niterói, essa seria uma área de lazer para a nossa comunidade e para os moradores do entorno. Podem ser desenvolvidos projetos sustentáveis. É isso que a comunidade quer discutir com a prefeitura”, reivindicou o morador.

A coligação “Vamos, Niterói” pretende estruturar a Secretaria Municipal de Meio Ambiente com orçamento compatível e contratação de mais servidores, através de concurso público, para que seja exercida a gestão adequada da política ambiental da cidade. Além disso, o meio ambiente estará no centro das tomadas de decisão do governo e será uma responsabilidade e uma prioridade de toda a administração municipal, não ficando a cargo de apenas uma secretaria.

“Estamos em um espaço importante da cidade, no coração de uma área urbana, onde 40% do nosso território ainda tem floresta, isso sem investimento nenhum. As unidades de conservação criadas pela prefeitura não saíram do papel, como o Parque Darcy Ribeiro. É fundamental que tenhamos uma gestão focada no meio ambiente, fazer com que áreas sejam protegidas, mas sem conflitos com comunidades”, declarou Axel Grael.

No manifesto, Rodrigo Neves e Axel Grael consideram que a proteção das áreas verdes existentes e a implantação de novas áreas são obrigações da prefeitura e medidas fundamentais para proteger a biodiversidade, os mananciais e a exuberante paisagem da cidade. Além disso, proteger os ecossistemas previne os riscos de instabilidade das encostas, a formação das ilhas de calor e promove qualidade de vida.

Nesse manifesto, alguns compromissos são assumidos pela coligação “Vamos, Niterói”: a implantação do Projeto Parques de Niterói, dando atenção a formação de parques ecológicos através das áreas urbanas da cidade; ampliação dos limites do Parque da Cidade, com a implantação de uma área protegida no Morro da Viração, desde do Morro do Santo Inácio, até Jurujuba; e a criação de uma área protegida na região da Fazendinha, entre outras.



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Conheça o manifesto Niterói Mais Verde e Sustentável 
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NITERÓI
CIDADE MAIS VERDE E SUSTENTÁVEL

Niterói é uma cidade florestal. Somos da Mata Atlântica. E temos ainda muitas áreas de florestas que mesmo abandonadas pela Prefeitura, se mantiveram graças à atuação da sociedade civil. Outros ecossistemas importantes são os rios, as lagoas de Piratininga e Itaipu, as praias, a Baía de Guanabara, nossas ilhas e costões rochosos e o mar que banha nossa costa.

Apesar da riqueza do seu patrimônio natural, Niterói ainda não conta com uma política pública de conservação. Como consequência, vemos as florestas sendo consumidas pelo fogo, as unidades de conservação municipais sendo degradadas pelo abandono e a falta de gestão e praias e lagoas sofrendo com a poluição e a desordem.

Rodrigo Neves e Axel Grael consideram que a proteção das áreas verdes existentes e a implantação de novas áreas é uma obrigação da Prefeitura e que são medidas fundamentais para proteger a biodiversidade, os mananciais e a exuberante paisagem da cidade. Além disso, proteger os ecossistemas previne os riscos de instabilidade das encostas, a formação das ilhas de calor e promove a qualidade de vida.

Rodrigo Neves e Axel Grael entendem que os investimentos em conservação da natureza devem ser considerados também como partes integrantes da estratégia de desenvolvimento da cidade, tendo em vista os benefícios econômicos gerados pelos ecossistemas, a geração de empregos por atividades como o ecoturismo e a garantia de um futuro sustentável.

Neste ato, Rodrigo Neves e Axel Grael assumem os seguintes compromissos: 
  • Implantar o Projeto Parques de Niterói (PARNIT), incluindo todos os principais remanescentes de ecossistemas, parques, monumentos naturais e praias, dando especial atenção à formação de corredores ecológicos através das áreas urbanas da cidade.
  • Implantar a área protegida Darcy Ribeiro, que fará parte do Parque Estadual da Serra da Tiririca em co-gestão com o Estado (INEA)
  • Cooperar com o INEA na gestão do Parque Estadual da Serra da Tiririca
  • Implantar uma área protegida no Morro da Viração, desde o Morro do Santo Inácio até Jurujuba, ampliando os limites do Parque da Cidade.
  • Implantar a infra-estrutura para promover a visitação e a proteção da Praia do Sossego, que será um parque, inaugurando um novo modelo de gestão de praias;
  • Implantar uma área protegida na região da Fazendinha, no Sapê;
No que se refere à gestão, assumem os seguintes compromissos: 
  • Estruturar a Secretaria de Municipal de Meio Ambiente, com orçamento compatível e concurso público, para que exerça a gestão adequada da política ambiental da cidade
  • Garantir o repasse dos recursos do ICMS Verde e parte dos Royalties do petróleo para o Fundo Municipal do Meio Ambiente
  • Meio ambiente estará no centro das tomadas de decisão do governo e será uma responsabilidade e uma prioridade de toda a administração municipal, não apenas da Secretaria de Meio Ambiente
Rodrigo Neves e Axel Grael reiteram o seu REPÚDIO ao projeto BAIRRO MODELO do atual governo, que pretendia implantar um conjunto habitacional com 5000 moradias na região da Fazendinha. O projeto contraria a nossa concepção de política habitacional. Rodrigo Neves atenderá a demanda habitacional com projetos habitacionais menores, integrados aos bairros de origem das famílias a serem atendidas.


Rodrigo Neves                                  Axel Grael

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Rodrigo Neves fala na TV das soluções para a mobilidade e Grael conversa com atletas de Niterói



Encontrei com jovens atletas de Niterói e que lutam para poder praticar os seus esportes na cidade. A falta de uma política pública para o desenvolvimento do esporte na cidade obriga muitos atletas a deixar Niterói para poder se aperfeiçoarem em outros lugares.

Isso é lamentável para uma cidade que tem tradição de revelar campeões e que foi pioneira no país em vários esportes, como o futebol, o remo, a vela, o rugby.

Com Rodrigo Neves e Axel Grael, Niterói terá finalmente uma política para o esporte e uma dotação orçamentária compatível para a sua implementação.

Conheça o Programa de Governo para o Esporte e Lazer de Rodrigo e Axel.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Família Grael apóia Rodrigo Neves (13) para mudar Niterói



Reunidos na Praia do Preventório, local onde nasceu o Projeto Grael, os irmãos...

  • Axel Grael (ambientalista e candidato a vice-prefeito de Niterói na chapa de Rodrigo Neves),
  • Torben Grael (velejador, 5 medalhas olímpicas e reconhecido como um dos maiores atletas da história esportiva do país) e
  • Lars Grael (velejador, duas medalhas olímpicas e ex-secretário nacional de Esportes e ex-secretário estadual da Juventude, Esporte e Lazer de São Paulo)
...encontraram-se com Rodrigo Neves, candidato a prefeito de Niterói pela Coligação VAMOS NITERÓI, e trocaram ideias sobre a necessidade de correção de rumos para um futuro sustentável e com justiça social para Niterói.

Para isso, Niterói precisa recuperar a sua auto-estima e a confiança na administração municipal, voltar a acreditar na sua capacidade de resolver os problemas e de formular unto com a sociedade um projeto para a cidade.

Os irmãos Grael têm a convicção que Rodrigo Neves tem liderança e capacidade de gestão para catalizar esse processo.

Rodrigo Neves apresenta na TV o programa Niterói de Bicicleta



O vídeo acima é o nono programa na TV da campanha Rodrigo Neves /Axel Grael à prefeitura de Niterói e é um dos melhores já apresentados.

Aborda o lamentável problema da saúde em Niterói, fruto do abandono do atual governo ao setor, apresenta o evento de lançamento do programa NITERÓI DE BICICLETA, no qual Rodrigo e Axel assumem o compromisso de fazer de Niterói uma referência para o transporte cicloviário.

O vídeo também apresenta as declarações de apoio à candidatura Rodrigo/Axel do ex-presidente Lula, do governador Sérgio Cabral, do deputado federal Alfredo Sirkis, do secretário estadual do Ambiente Carlos Minc, do deputado federal Alessandro Molon.

Assista e divulgue!

Axel Grael

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Propostas de Rodrigo Neves e Axel Grael para a Baía de Guanabara e para a gestão das praias


Foto 1: Embarcação holandesa na Baía de Guanabara (Enseada de Jurujuba). Foto de Axel Grael.

O eleitor Eduardo Santos me fez a seguinte pergunta no Facebook: "quais são os planos do Neves a respeito da Baia de Guanabara e para o bairro de Jurujuba?"

Eduardo, a Baía de Guanabara é um dos mais importantes patrimônios da cidade e há muitos anos, desde a minha adolescência, eu defendo a sua despoluição. Comecei nesta luta no final de década de 70, quando organizei um protesto contra a poluição causada por fábricas de sardinha que então existiam em Jurujuba e lançavam seus efluentes sem qualquer tratamento nas águas da Baía de Guanabara.

Vamos às propostas contidas no Plano de Governo de Rodrigo Neves e Axel Grael (vote 13):

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Foto 2: Bairro de São Francisco com a Enseada de Jurujuba (ao fundo) e o Canal de São Francisco (à direita).

Foto 3: Poluição e lixo no Canal de São Francisco, próximo à foz na Praia de São Francisco. Foto acervo do Projeto Grael.


  • DESPOLUIÇÃO DA ENSEADA DE JURUJUBA

A despoluição da Enseada é um sonho alcançável.

O maior problema da Enseada de Jurujuba é a poluição causada pelo esgoto e pelo lixo que chega às suas águas provenientes dos bairros no seu entorno. A poluição trazida pela restante da Baía de Guanabara também afeta a enseada, mas em proporção menor do que a maioria das pessoas pensa. Verifique essa afirmação no site do Projeto Baía de Guanabara, mantido pelo Projeto Grael e seus parceiros.

Portanto, a solução depende da vontade política e da ação que deve ser tomada pela Prefeitura de Niterói, diferente da atitude do atual governo que sempre utilizou o discurso de responsabilizar os demais municípios da Baía de Guanabara pela poluição como forma de justificar a sua omissão.

Veja, a seguir, as principais providências que tomaremos e que resultarão na despoluição da Enseada de Jurujuba:
  1. MELHORIA NO SANEAMENTO DE NITERÓI: Niterói é considerada um caso de sucesso em saneamento e é verdade que tivemos avanços importantes. Segundo divulga-se, teríamos uma ampla cobertura de rede de esgoto na cidade. Ora, o que acontece então, se temos uma rede de esgoto assim tão boa, e os nossos rios, lagoas e enseadas estão tão comprometidas pela poluição? Temos que avançar na expansão da rede de esgoto e, principalmente, garantir uma boa qualidade no tratamento do esgoto coletado.
  2. CANAL DE SÃO FRANCISCO: Melhorar o sistema de Captação de Tempo Seco, um dispositivo já existente no Canal, próximo à ponte da Rua Tupinambás, mas que não funciona adequadamente. Esse dispositivo - na verdade um paliativo até que se implante um saneamento adequado daquela bacia hidrográfica - capta a água poluída que é então bombeada para a rede de esgoto. O sistema não funciona pois é frequentemente assoreado pelo sedimento carreado pelo canal ou atrapalhado pela grande quantidade de lixo que passa pelo canal.
  3. LINGUAS DE ESGOTO EM CHARITAS E PREVENTÓRIO: Apesar de existir troncos e rede de esgoto na região, as deficiências de saneamento - principalmente no Preventório - faz com que o esgoto ainda chegue às praias atraves da rede de águas pluviais. Obras de melhoria poderão resolver o problema.
  4. SANEAMENTO DE JURUJUBA: Apesar de contar com uma estação de tratamento de esgoto, parte do bairro de Jurujuba ainda não conta com uma rede de esgoto e os efluentes ainda chegam às águas da Baía.
SOLUÇÃO A SER ADOTADA PELA GESTÃO DE RODRIGO NEVES E AXEL GRAEL: a empresa Águas de Niterói é uma concessionária de serviços concedidos pela Prefeitura e reconhecemos que garantiu um grande avanço na situação de saneamento na cidade. No entanto, há que se avançar muito ainda para resolver os problemas aqui citados. O governo de Rodrigo Neves estabelecerá a PRIORIDADE PARA A DESPOLUIÇÃO DA ENSEADA DE JURUJUBA, fazendo desse patrimônio natural da cidade a primeira parcela da Baía de Guanabara a ser descontaminada. Niterói dará o exemplo e a população ganhará um excepcional legado, recuperando esta área para o lazer, para o esporte e para o turismo.

  • EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Como exemplo do que pode ser feito para mobilizar a população em defesa da Baía de Guanabara, citamos o exemplo dos programas ambientais mantidos pelo Projeto Grael. Conforme pode ser visto nas fotos abaixo, os alunos participam de atividades permanentes e eventos semestrais, como as Gincanas Ecológicas, que têm como ênfase principal o problema do lixo e da poluição.
 

Foto 4: Como parte da Gincana Ecológica do Projeto Grael, alunos velejam para uma praia em Jurujuba, onde farão a limpeza do lixo acumulado. Foto de Fred Hoffmann.

Foto 5: Alunos do Projeto Grael com o resultado da limpeza realizada durante a Gincana Ecológica. Foto acervo do Projeto Grael.

  • GESTÃO DE PRAIAS
Foto 6: Praias das Flexas e de Icaraí.
Todo dia, mas principalmente nos fins de semana e feriados, milhares de niteroienses e turistas procuram usufruir das maravilhas cênicas e a boa qualidade das praias da cidade.

Portanto, as praias são da maior importância para o lazer da população, para a economia (turismo, restaurantes, quiosques, etc) e para a prática de esportes como o surfe, windsurf, kytesurf e outras práticas náuticas. Além disso, praias como a de Icaraí são muito utilizadas para o futebol, vôlei, futevôlei, etc.

No entanto, apesar da inegável importância, as praias são ignoradas pela Prefeitura. Quem é responsável por elas?

Vários órgãos são responsáveis por ações pontuais, como:
  • CLIN: responsável pela limpeza.
  • NIT-Trans: deveria (!) controlar e organizar o trânsito, evitando engarrafamentos.
  • Meio ambiente: qualidade ambiental
  • Posturas e vigilância sanitária: fiscalizam serviços como o comércio, etc.
  • NELTUR: promoção do turismo
  • Órgãos de outras instâncias administrativas, como o INEA (responsável por licenciametos e o monitoramento da qualidade das águas), Capitania dos Portos (responsável pelo controle do tráfego marítimo), etc.
O problema é que estes órgão atuam como uma orquestra sem maestro. Cada um toca uma música e ninguém rege o concerto. A consequência é que diante dos problemas, o usuário enfrenta situações como abusos de flanelinhas, de comerciantes, jet-skis causando acidentes, etc.

SOLUÇÃO: Na gestão de Rodrigo Neves e Axel Grael, Niterói terá uma GESTÃO DE PRAIA. Não nos referimos a um novo órgão, cheio de burocracias e de burocratas, mas de uma autoridade que terá a função de coordenar toda a ação relacionada às praias. É para esta autoridade que a população será convidada a dirigir-se para razer as suas dúvidas, críticas e reclamações. E será dela a responsabilidade de garantir que os serviços da Prefeitura sejam oferecidos com a qualidade que a população espera e que a cidade merece. Outra providência será dar continuidade ao processo de desenvolvimento do Projeto ORLA, que define os usos possíveis na faixa litorânea da cidade.

Saiba mais em sobre a GESTÃO DE PRAIAS:
Quem tem autoridade sobre as praias?
Parques e praias

  • CONTEXTO METROPOLITANO: MODELO DA GESTÃO DA BAÍA
Niterói vive um contexto metropolitano e não pode deixar de considerar essa dimensão no seu planejamento e nas suas políticas públicas, em particular com relação àquelas relacionadas à Baía de Guanabara. Tenho debatido muito esta questão aqui no Blog e convido os leitores a consultar os seguintes links:

Gestão da Baía: Quem cuida da Baía de Guanabara?
Outras informações: Postagens gerais sobre a Baía de Guanabara
Saiba mais sobre o PROGRAMA DE GOVERNO da Coligação VAMOS, NITERÓI, de RODRIGO NEVES (Prefeito) e AXEL GRAEL (Vice-prefeito). Veja as demais propostas para as áreas do Meio Ambiente, Esporte, Educação, Saúe, Cultura, etc.

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Que bons ventos tragam um futuro mais promissor e sustentável para Niterói.

Axel Grael

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Países cortam taxas de tecnologias limpas e produtos ambientais



21 nações fecham acordo para baratear importação de bens como painéis solares e turbinas eólicas.


Algumas das maiores economias do mundo fecharam um acordo para cortar de forma drástica impostos de importação sobre bens ambientais, projeto que a Organização Mundial do Comércio (OMC) fracassou em concluir após mais de uma década de negociações. A decisão isola o Brasil e outras economias que rejeitavam um acordo dessa natureza no âmbito multilateral.

A partir de 2015, produtos ambientais terão tarifa máxima de 5% entre os países da Ásia e Pacífico que fecharam o acordo. A meta é permitir maior fluxo de bens como painéis solares, turbinas de vento, instrumentos para controlar a qualidade da água e do ar, etc. O acordo inclui China, Rússia, Estados Unidos, México, Austrália, Japão e outros 15 países. Serão 54 produtos nesse pacote.

"O mesmo procedimento levou mais de dez anos para ser negociado na OMC (Organização Mundial do Comércio), sem resultados. Nós conseguimos em apenas alguns meses", declarou o presidente russo, Vladimir Putin, que servia de anfitrião para a reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), responsável por 44% do comércio mundial.

Na OMC, o debate está estagnado há anos. Em 2008, o Brasil tentou incluir o etanol na lista de produtos que poderiam ter sua tarifa de importação reduzida. Mas a ideia foi rejeitada por Estados Unidos e Europa, que insistiam que a lista deveria ser apenas de produtos de tecnologia. O Itamaraty e outros governos acusaram americanos e europeus de tentar montar uma lista de bens que apenas eles exportariam.

Para observadores, o acordo muda a lógica das negociações na OMC. A Apec, ao estabelecer um novo patamar, poderá forçar países como Brasil a ceder para não ficar de fora do lucrativo mercado.

(O Estado de São Paulo)   Fonte: Jornal da Ciência

[Rodrigo Neves 13] Arthur Maia e Artistas de Niterói - Clipe

sábado, 8 de setembro de 2012

Rodrigo Neves e Axel Grael anunciam Plano de Gestão de Praias



Axel Grael, candidato a vice-prefeito Rodrigo Neves, fala com eleitor em Camboinhas sobre a importância da gestão de praias. Foto Edésio Oliveira.

Durante caminhada na praia de Icaraí, na manhã deste sábado (08 de setembro), o candidato da coligação “Vamos,Niterói”, Rodrigo Neves, e seu vice, Axel Grael, anunciaram a criação de um amplo programa de gestão de praias para Niterói, que inclui uma política pública de ações para o esporte, proteção do meio ambiente e segurança pública integrada com a Guarda Municipal, em caso de vitória nas eleições de outubro. Rodrigo cumprimentou pedestres e comerciantes e ouviu muitas reclamações dos moradores sobre o abandono da cidade pela prefeitura. “Vou fazer um governo para o povo levando segurança para os moradores, integrando as Guarda Municipal às policiais Civil e Militar”, disse Rodrigo.

Antônio Guimarães, 79 anos, dono de uma barraca de coco na Praia de Icaraí,estabelecido há 23 anos no local, foi um dos que protestaram contra a atual administração da prefeitura. Segundo ele, os comerciantes da praia estão com o licenciamento de funcionamento provisório há vários anos. “Nós estamos com protocolo há anos e a prefeitura não legaliza a gente”, afirmou Guimarães, lembrando, ainda, que os frequentadores de seu comércio reclamam muito da falta de banheiros públicos na orla da praia.

O candidato caminhou no calçadão acompanhado do deputado estadual Robson Leite (PT), e de Axel Grael, que afirmou a disposição de fazer um governo que invista não somente no esporte, mas também na sua cadeia produtiva. “Vamos reativar o Estádio Caio Martins, retirar as arquibancadas que já foram condenadas e fazer daquele tradicional espaço um local para a prática esportiva”, disse Axel.

Rodrigo Neves cumprimentou jogadores de futevôlei e de peteca e chegou a entrar na areia para conversar com um grupo de moradoras do bairro. Todas foram unânimes em apontar o abandono do Centro da cidade, que, segundo elas, “está todo esburacado de urina pelas ruas e calçadas”. A revitalização das ruas do Centro, que irá ganhar um mercado popular consta do plano de governo do candidato.

Fonte: www.rodrigoneves13.com.br

A família Grael declara apoio à candidatura de Rodrigo Neves à Prefeitura de Niterói

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Rodrigo Neves e Axel Grael lançam programa "Niterói de bicicleta", nesta sexta-feira



O candidato a prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, da coligação "Vamos, Niterói", participa, nesta sexta-feira (07/09), feriado da Independência, do lançamento do programa "Niterói de bicicleta". O evento contará também com a participação do candidato a vice, Axel Grael, conhecido por sua destacada atuação em defesa do meio ambiente. A concentração está marcada para às 10h30m, na saída do túnel de São Francisco, em frente ao Mc Donald's. Os dois vão percorrer de bicicleta um trecho de aproximadamente 1 quilômetro até à praça do calçadão entre, São Francisco e Charitas.

O ato público pretende marcar o lançamento do programa de governo "Niterói de Bicicleta", que visa a dar visibilidade às propostas de Rodrigo que envolvem o uso de bicicletas na cidade. Os planos do candidato incluem uma série de medidas para a implantação de uma malha cicloviária segura para os ciclistas e pedestres, e que atenda às normas internacionais. A iniciativa visa ainda a implantar um sentimento na cidade em favor dos transportes não poluentes. O uso de bicicletas, conforme é sabido, é tido como fundamental para desafogar o já saturado trânsito da cidade.

Em seu programa de governo, Neves destaca a importância do uso da bicicleta no município. "Niterói tem uma topografia e um clima privilegiados, que só contribuem para o estímulo ao uso de bicicletas pela população", salienta o candidato, que anunciou que pretende construir ciclo-faixas em todas as regiões da cidade. Alguns locais, como as regiões Oceânica e Norte; São Francisco; Centro e Icaraí terão vias exclusivas para os adeptos do ciclismo, dotadas de conforto e segurança. A Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro foi convidada e confirmou presença no evento.

COMPAREÇA! VENHA DE BICICLETA!!!!!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

COPENHAGUE: um exemplo de sustentabilidade

UMA ÁREA VERDE PERTO DE VOCÊ. POR QUE NÃO?

A cidade de Copenhague, capital da Dinamarca, tem sido um manancial de ideias e inspiração do caminho a se seguir rumo à sustentabilidade das cidades.

O primeiro passo foi obter consenso em torno de um projeto de futuro para a cidade. Para isso, aprovaram uma estratégia em maio de 2008, a ser seguido pelos administradores da cidade. Depois, foi estabelecer metas e orçamento para as ideias saiam do papel.

Dentre essas metas, estabeleceu-se que a cidade será neutra em Carbono em 2025. O texto abaixo apresenta outra meta: que 90% dos habitantes de Copenhague possam chegar a pé, em menos de 15 minutos, a um parque, uma praia ou cais. Ou seja, a cidade disponibilizará áreas verdes ou áreas de lazer por toda a cidade, mesmo que sejam pequenos espaços públicos disponíveis para a população.

Para isso, conceberam o conceito de micro-parques, ou "Parques de Bolso" (pocket parks), que são áreas de menos de 5.000 m2, ou seja, meio campo de futebol. Os planejadores previram ainda o plantio de 3.000 árvores urbanas para criar corredores verdes entre essas áreas de parques.

Como candidato a vice-prefeito de Niterói (RJ), tenho me inspirado nas políticas públicas da capital dinamarquesa para pensar no futuro sustentável de Niterói. Guardadas as diferenças urbanas e culturais, há muito o que se aprender. As adaptações são possíveis.

Axel Grael
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Copenhagen - Pocket parks, a drop of urban green Sustainable Cities


Green cities are on the rise. Copenhagen, the capital of Denmark, is one of the cities trying to improve the urban environment and deal with the daily green needs and desires of its inhabitants. One way of doing so is pocket parks: Open green spaces at a very small scale, often created on vacant building lots or on irregular pieces of land.

Copenhagen has a vision of becoming the capital city in the world with the best urban environment by 2015. The enhancement of urban green is one of the tools for reaching this vision. Before 2015 the municipality will establish 14 pocket parks throughout the city and plant 3,000 trees to create green streets and connections. The goal is that 90 % of all Copenhageners by 2015 can walk to a park, a beach or a harbour bath in less than 15 minutes.


A pocket park is a small park accessible to the general public. It is only a few house lots in size and typically created on vacant building lots or small irregular pieces of land. Functions include spaces for relaxation, meeting friends, taking lunch breaks, reading a book, play areas for children etc. Often pocket parks are placed around a monument, a historic mark or in relation to an art project.

The City of Copenhagen highlights 5 elements key to the creation of pocket parks in Copenhagen:


• Size
• A visible green element
• Openness and a positive image
• Demarcation and protection
• Identity and local community

A pocket park is defined as less than 5,000 square meters - less than half the size of a soccer field. The green element is visible and a clear priority, preferably with a focus on long-term solutions, i.e. vegetation that becomes more green and attractive in time. The park has to be open and inviting to everybody and signs have to be positive and informative. Special consideration must be given to lighting so the park feels safe, also after dark.

"Pocket parks are a unique opportunity to create drops of urban green close to where Copenhageners live."
Klaus Bondam, Mayor for Technical and Environmental Administration, City of Copenhagen

A characteristic feature of a pocket park in Copenhagen is that it has to be situated between other elements in the city; Buildings, walls, maybe a green wall, or art installations. A clear demarcation must be visible on three sides so that it stands out as a “pocket.” Each park will have its own identity and has to be developed specifically to the site in question. Involvement of local residents in the development process is important to ensure that the park fits the needs and desires of the local community.


Besides serving the local community, the establishment of pocket parks throughout Copenhagen also has the potential to benefit the overall urban climate. Communities with parks that meet their needs within walking distance are less likely to drive out of the city for nature experiences, thereby reducing pollution and traffic. Furthermore, pocket parks can potentially relieve pressure on the larger parks, thus allowing flexibility to devote larger areas of the parks to habitat and ecological functions.

In a city strategy from May 2008, the establishment of pocket parks in Copenhagen will go hand in hand with the creation of green streets and connections. The vision is to create a green liveable city with quality and variation which will be a role model in featuring urban environmental responses to global warming.

Copenhagen - Pocket parks, a drop of urban green | Sustainable Cities

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

"As espécies mais perigosas dos oceanos"

Painel preparado por alunos e pela equipe de meio ambiente do Projeto Grael.
O problema do lixo, em particular do lixo flutuante no mar, tem sido o tema mais importante do programa ambiental do Projeto Grael.

Saiba mais sobre o Projeto Grael e sobre as iniciativas ambientais em:

www.projetograel.org.br
www.projetoaguaslimpas.blogspot.com
www.projetobaiadeguanabara.com.br

Desertificação ameaça 15% do território brasileiro

Manejo adequado e conscientização são armas para combater desertificação, que já atinge 15% do território brasileiro – Com aproximadamente 1,3 milhão de quilômetros quadrados do seu território sob risco de se transformar em deserto, pensar o uso correto da terra é cada vez mais urgente ao Brasil. Dados do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, mostram que a área suscetível chega a 15% do território nacional e envolve 1.488 municípios em nove estados da Região Semiárida do Nordeste brasileiro, do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.


De acordo com o coordenador da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), Naidison Batista, a conscientização dos agricultores sobre o manejo adequado da terra somada à difusão de tecnologias adaptadas ao Semiárido são elementos fundamentais para combater o processo de desertificação no país. Para isso, Batista defende o uso das técnicas agroecológicas no combate e prevenção à desertificação.

“O enfrentamento desse processo tem que ser feito por meio da prevenção e não remediando [o problema]. E nessa luta, a aplicação das práticas da agroecologia são fundamentais, porque elas preconizam o cuidado com a terra, a compreensão de que é preciso usufruir dela sem esgotá-la, sem objetivar apenas o lucro”, argumentou.

Ele acrescentou que a lógica do agronegócio, baseada na monocultura e no uso de agrotóxicos, contribui em grande parte para a degradação do solo, mas alertou que toda a humanidade é responsável por tentar conter esse processo.

“O homem do campo tem que entender que suas práticas têm impacto sobre a natureza, mas o homem da cidade também precisa saber que suas ações também têm consequências. É preciso não desperdiçar água em banhos demorados ou em lavagens prolongadas de carros, por exemplo, exaurir rios e mananciais, entre outros”, afirmou.

Segundo Naidison Batista, já existem muitas tecnologias sendo usadas no Semiárido e com resultados positivos. Uma delas, o Programa Um Milhão de Cisternas, implementado pela ASA, em parceria com o governo federal, agências de cooperação e empresas privadas, permite captar a água da chuva para consumo humano por meio de cisternas de placas de cimento. A infraestrutura, com capacidade para 16 bilhões de litros de água, já está presente nas casas de aproximadamente 600 mil famílias.

Menos conhecida e difundida é a saída encontrada pela pequena agricultora paraibana Angineide de Macedo, de 42 anos. Após acompanhar o processo de degradação de sua propriedade, de aproximadamente dois hectares, ela conheceu, com a ajuda de uma organização não governamental local, os benefícios do cultivo do nim indiano. A planta, que tem crescimento rápido e atinge uma altura de 8 metros em três anos, ajudou a reverter as consequências da desertificação no local e a salvar a plantação de ervas medicinais que, segundo a agricultora, estava bastante prejudicada.

“As plantas não resistiam muito, porque o sol castigava e elas morriam. Agora, com o nim, elas têm sombra e ficam protegidas do vento. As crianças também melhoraram, porque agora têm sombra para brincar e não ficam tão doentes com a poeira”, contou ela, que também planta em sua propriedade hortaliças e legumes.

Reportagem de Thais Leitão, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 03/09/2012